Cabaço e Rivera espalham o seu charme em Évora

Cabaço

Raquel Cabaço, em representação do seu clube, e o espanhol Jorge Rivera, foram os grandes vencedores da Évora 21.27 – Meia Maratona que se disputou na cidade classificada Património Mundial, com a eborense a completar os 21 quilómetros em 01;24;58 horas e o atleta extremenho em 01;08;25h.

Cabaço
Equipa Raquel Cabaço vencedores coletivos

Coletivamente, em masculinos, venceu o Clube Raquel Cabaço e em femininos o grupo Correr em Évora.

Correr em Évora vencedoras coletivamente

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Texto / Fotos: CME/Comunicação

Jorge Rivera viajou desde Espanha para conquistar a vitória

O atleta que viajou desde Espanha ficou à frente do portalegrense Bruno Paixão, que representa o Beja Atlético Clube, e de José Gaspar, que cortou a meta em terceiro lugar respetivamente.

Jorge Rivera, por seu turno, destacou a beleza monumental da cidade, salientando o prazer que foi correr numa cidade classificada pela Unesco, em que “o percurso seguia pelos principais monumentos da cidade.

De resto, a prova correu-me muito bem e tudo estava muito bem organizado.

Outro aspeto positivo da corrida foi a animação.

Havia inúmeros momentos musicais o que para quem vai a correr funciona como uma dose extra de cafeína.

Estão todos de parabéns”.

Cabaço
Raquel Cabaço

Raquel Cabaço “um sabor especial..”

Nas senhoras, o segundo lugar foi ocupado por Liliana Veríssimo (01;25;28h) e Inês Pinto (01;30;09h Greca Vagos), respetivamente.

Para a eborense Raquel Cabaço a vitória na terra natal tem “um sabor especial, principalmente porque hoje o meu pai faz anos a quem, naturalmente dedico esta vitória, ele que é o meu melhor amigo”.

Sobre a prova, Raquel Cabaço salientou o facto de conhecer o percurso o que “de alguma forma ajuda bastante, pese embora o forte vento que se fez sentir, principalmente na Estrada de Viana e depois na subida da Rua da República”.

Carlos Papacinza

Carlos Papacinza e Raquel Trabuco os vencedores dos 10 kms

Nos 10 quilómetros, a vitória, em cavalheiros, pertenceu a Carlos Papacinza, que ficou à frente de João Baioa e de Tiago Graça, respetivamente.

Nas senhoras, a mais rápida nos 10 mil metros foi Raquel Trabuco, enquanto que Carla Almeida e Cláudia Batuca ocuparam o segundo e terceiro lugar do pódio.

Raquel Trabuco

Coletivamente, a Casa de Benfica de Reguengos de Monsaraz venceu nos dois géneros.

Paulo Guerra “Passados 31 anos regressei…”

Paulo Guerra, tetra campeão da Europa de Corta-Mato, antigo atleta do Grupo Desportivo Diana, clube com sede em Évora, foi um dos 1700 participantes na iniciativa e no final da mesma mostrava-se extremamente orgulhoso com a adesão dos eborenses e dos alentejanos em geral. “É bom que as pessoas percebam a importância da atividade desportiva para o seu bem-estar.

Até nesta altura, com as contingências que todos nós sabemos, se praticarmos desporto aumentamos a nossa imunidade”.

Sobre a sua presença em Évora, onde foi aluno e atleta, Paulo Guerra salientou que no Mundo há dois sítios onde se sente em casa: “Sevilha, onde ganhei por duas vezes um dos crosses mais importantes, e Évora.

Passados 31 anos regressei a esta linda cidade que teve um papel preponderante antes de rumar ao Sporting Clube de Portugal.

Vesti a camisola dos Diana e do Arraiolense e foi esta gente do Alentejo que teve um contributo fundamental para o meu sucesso desportivo”.

Paulo Guerra com elementos da organização do evento

“… podemos viver com a pandemia desde que respeitemos as regras”

A Évora 21.27 – Meia Maratona, que procura assinalar a data da classificação do Centro Histórico como Património da Humanidade e a Candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura, é uma organização da Câmara Municipal de Évora.

Para o edil eborense, Carlos Pinto de Sá, a concretização desta iniciativa é uma grande vitória.

Conseguimos ganhar de novo o espaço publico, trazer as pessoas para a rua, e dizer que podemos viver com a pandemia desde que respeitemos as regras”.

É uma alegria imensa ter esta gente toda aqui, atletas e familiares, grupos de animação, e todo o pessoal da organização.

Foram inexcedíveis na forma como trabalharam no sentido de garantir todas as condições para demonstrar que é possível viver com a pandemia.

Julgo que pró ano conseguiremos ter muitos mais participantes”.

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