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Polybat para Todos em Viana do Castelo

A Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência concretizou o Torneio de Polybat “Jogos Santa Casa”, no Pavilhão Desportivo da Meadela, em Viana do Castelo.

Para além do referido evento que contou com o excecional apoio da APPACDM, da Câmara Municipal e da Associação de Ténis de Mesa local, realizou-se um Curso de Formação de Árbitros.

Curso de Formação de Árbitros

No Curso participaram 15 profissionais de várias entidades, que receberam a formação adequada para arbitragem desta modalidade desportiva.

A formação incidiu nas vertentes teórica e prática (a prática inserida no Torneio realizado).

Foi uma conjugação de esforços para dotar estes técnicos com vários conhecimentos e formas de abordagem lúdico-recreativas, didáticas e terapêuticas desta nova modalidade desportiva.

Uma modalidade desportiva que cimenta, cada vez mais, a adesão dos praticantes e dos técnicos, pelos benefícios inclusivos deste desporto versátil.

Fazendo um varrimento das especificidades de cada intervenção profissional, podendo explorar e aportando novas abordagens.

Polybat com todas as vantagens e benefícios funcionais e de sociabilização para os seus clientes/utentes, nos vários níveis de intervenção multidisciplinar.

Polybat

Polybat

O Polybat, ou ténis de mesa lateral, como também é conhecido, foi criado em Inglaterra em meados dos anos 1980.

A atividade surgiu como uma alternativa recreativa para aqueles que não possuíam o perfil do Boccia e não conseguiam praticar o Ténis de Mesa convencional.

O perfil característico inclui quem tem distrofia muscular, paralisia cerebral, lesões vertebro medularas, traumatismo craniano e deficiência intelectual.

É jogado numa mesa de 1,2 metros por 2,4 metros, com proteção nas laterais com 10 centímetros de altura, para que a bola não saia pelos lados da mesa. Cada jogador usa um bastão para rebater a bola ao longo da superfície da mesa, contra o seu oponente. O objetivo é rebatê-la a fim de lançá-la para fora do lado adversário ou forçar falta e ganhar o ponto.

As batidas diretas ou rebatidas, com frequência em alta velocidade, resulta num jogo animado que requer esforço dos competidores e dos espetadores para acompanhá-lo.

O jogo é disputado até aos 11 pontos (jogo curto) ou 21 pontos (jogo longo).

A cada 2 pontos os jogadores trocam de serviço. Na marcação do serviço, a bola deve tocar pelo menos uma vez numa parede lateral antes de o adversário rebater a bola.

O bastão deve manter contato com a mesa (é arrastado) e a bola deve ser lançada diretamente ou de encontro às bordas laterais.

O Polybat pode ser jogado em pares. A divisão é feita por classe, de acordo com a funcionalidade do praticante, e não por sexo.

Torneio de Polybat

No Torneio participaram 21 praticantes da APPACDM, dos seus vários polos do concelho, nas divisões de atletas ambulantes e utilizadores de cadeira, na variante individual da modalidade. As classificações foram as seguintes:

Divisão “atletas ambulantes”:

1.º lugar – Luís Ramião
2.º lugar – Carlos Gomes
3.º lugar – Rosa Lourenço

Divisão “atletas em cadeira”:

1.º lugar – Ricardo Ferreira
2.º lugar – Alberto Gomes
3.º lugar – Pedro Rêgo

Polybat

Modalidade também designado por ténis de mesa lateral

O Polybat, também designado por ténis de mesa lateral, é um jogo de mesa que foi criado em Inglaterra, para crianças e jovens estudantes com Necessidades Educativas Especiais.

Polybat surgiu como alternativa às modalidades de Boccia e Ténis de Mesa convencional.

Mais informações sobre a modalidade.

Sitio oficial da organização.
Página da organização.
Instagram.
Twitter.

Texto: Henrique Dias – OPraticante.pt

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