Rafael Reis pulverizou a concorrência em Lisboa

Rafael Reis

Rafael Reis

Nos 5,4 quilómetros do Prólogo de Lisboa ninguém se aproximou da exibição de Rafael Reis.

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Texto / Fotos: Podium

O Fato Voador de Rafael Reis deu-lhe a Camisola Amarela

O ciclista da Efapel confirmou a aptidão para este tipo de exercício, sendo ele um contrarrelogista por excelência.

Reis deixou a concorrência a 11 segundos, sendo um companheiro de equipa, o uruguaio Maurício Moreira, e Luís Guilhermo Mas (Movistar) quem mais se aproximou do registo que valeu a primeira liderança da prova.

Rafael Reis
Rafael Reis

Rafael Reis não se intimidou com o vento na zona ribeirinha e completou o Prólogo em seis minutos e dez segundos.

Reforço da Efapel para 2021, foi a terceira vez que venceu um Prólogo na Volta, depois de Oliveira de Azeméis em 2016 e Setúbal em 2018.

Temos uma equipa forte. O objetivo era vencer este dia e vestir a amarela. Amanhã é um novo dia e vamos ver o que nos reserva.

Temos um líder que é o António Carvalho e temos umas ideias bem claras daquilo que pretendemos“, afirmou o ciclista de 29 anos, sorrindo com satisfação.

Volta a Portugal
Movistar

Movistar foi outro conjunto em destaque

Além da Efapel, vencedora coletiva, a Movistar foi outro conjunto em destaque neste arranque da Volta a Portugal Santander, ao colocar três ciclistas no top dez: Luis Mas (terceiro, a 11 segundos), Mathias Norsgaard Jorgensen (quinto a 15) e Juri Hollmann (sétimo a 17). Este último, um alemão, de 21 anos, vestiu a Camisola da Juventude Jogos Santa Casa.

Entre os que se assumem como candidatos à geral, Gustavo Veloso mostrou que aos 41 anos ainda se pode contar com ele para dar luta.

Agora na Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel, o espanhol foi décimo, a 20 segundos do vencedor.

António Carvalho (Efapel) fez o mesmo tempo e Joni Brandão (W52-FC Porto) gastou apenas mais um segundo que os rivais (mais 21 que Reis).

Museu do Ciclismo

Partida em Torres Vedras para Lembrar Agostinho

A primeira etapa em linha começa esta quinta-feira no concelho que viu nascer a figura, desaparecida em 1984, e que ainda hoje é considerada o melhor ciclista português de sempre.

Torres Vedras rende-lhe homenagem, chamando o pelotão da Volta e abrindo as portas, pela primeira vez, do Museu de Ciclismo Joaquim Agostinho para evocar o célebre torriense.

Toda a caravana está convidada para esse momento, que acontece às 11h.

Neste segundo dia de competição, com início em Torres Vedras, serão percorridos 175,8 quilómetros a partir das 12h45.

A Avenida Luísa Todi, em Setúbal, aguarda a chegada do pelotão, depois da desgastante passagem na Serra da Arrábida, pelas 17h30.

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