tri-campeão

Tri-campeão português Carlos dos Santos optimista sobre o Campeonato Mundial de Stick-Fighting que decorre em Portugal.

Campeonato Mundial de Stick-Fighting

Deu-se inicio esta quarta feira ao Campeonato Mundial de Stick-Fighting da Internacional GSBA (Global Stick and Blade Alliance), numa organização da ADQ – Associação Desportiva de Queijas / GSBA Portugal.

Este evento irá eleger os campeões do Mundo em combate de bastão, conta com a participação de 12 países (Austrália, Alemanha, Canadá, França, Irlanda, Itália, Noruega, Polónia, Portugal, Suiça, UK, USA) e cerca de 200 atletas, e é já uma referência por ter superado o recorde de presenças de clubes e atletas.

Carlos dos Santos Tri-campeão Nacional e Europeu

No seu palmarés Portugal tem um Campeão do Mundo, titulo conquistado no Hawai em 2016 por Carlos dos Santos, Mestre do núcleo de Defesa Pessoal Artes Marciais (DPAM) da Associação Desportiva de Queijas (ADQ), que é também Tetra-campeão Nacional, e tri-campeão Europeu, e ambiciona voltar a ser Campeão Mundial.

Em 2017 Portugal levou uma comitiva de 9 atletas ao Europeu na Polónia, e trouxe na mala 6 medalhas (3 ouro, 2 prata, 1 bronze).

Optimismo impera de ouvir a Portuguesa tocar

O Praticante entrevistou Carlos dos Santos, quanto às expectativas da sua prestação neste campeonato realizado em território nacional, e nas suas declarações o optimismo impera de ouvir a Portuguesa tocar.

O Praticante – Qual a sua expectativa sobre o campeonato que se iniciou?

Carlos dos Santos – Este mundial decorre durante 5 dias. A minha categoria será no sábado. Sinto que sou capaz de chegar à fase final, chegando à final, como em qualquer modalidade, tudo pode acontecer! Se conseguir contrariar a estratégia do adversário, conquistarei novamente o mundial para Portugal, desta vez em casa e a Portuguesa irá tocar.

OP – Sente-se preparado?

CS – Sinto-me preparado, mas também sinto que podia estar ainda melhor, acumular o cargo de selecionador e atleta não é fácil.

OP – Qual o resultado que pensa obter?

CS – Como já tinha referido, penso alcançar a final!

OP – Qual será a sua maior dificuldade?

CS – Conseguir gerir cada combate como se fosse uma final.

OP – Como se sente por ser tricampeão?

CS – Sinto que consegui manter o nível de prestação. O difícil é manter a qualidade da prestação em vários anos seguidos, poucos o conseguem. É fruto de muita dedicação.

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Texto: Daniela Rebouta
Fotos: Cedidas por Carlos dos Santos

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