PORTUCALE, UMA CORRIDA ENTRE DUAS MARGENS

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A Ribeira do Porto foi, uma vez mais, o ponto de encontro de centenas de atletas para a 11.ª edição da Shamir Corrida Portucale.

Na manhã de 28 de junho, a prova voltou a ligar Porto e Vila Nova de Gaia, levando os participantes a percorrer alguns dos locais mais emblemáticos das margens do Douro.

Ao longo do percurso, a beleza da paisagem, a emblemática travessia da Ponte D. Luís e o ambiente vivido do início ao fim transformaram a corrida numa verdadeira celebração do atletismo.

Organizada pelo CAP – Centro de Atletismo do Porto e pela EVENTSPORT, com o apoio das Câmaras Municipais do Porto e de Vila Nova de Gaia, a Corrida Portucale voltou, assim, a afirmar-se como uma referência no calendário nacional.

Entre atletas federados, corredores populares e famílias, a manhã ficou marcada pelo convívio, pelo espírito de superação e pela paixão pela corrida.

Ao longo do evento, participantes de diferentes idades e níveis de preparação partilharam o mesmo desafio, contribuindo para o ambiente de festa que se viveu nas margens do Douro.

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Foto: Organização

Um percurso que conquista a cada edição

Ao longo dos 10 quilómetros, os participantes percorreram algumas das zonas mais emblemáticas de Porto e Vila Nova de Gaia.

Num traçado maioritariamente plano, muitos atletas aproveitaram a oportunidade para procurar novos recordes pessoais, sem nunca perder de vista a beleza do cenário envolvente.

Ainda assim, nesta prova, os tempos contam apenas parte da história. A paisagem, a energia das ruas e o simbolismo do percurso fazem da Corrida Portucale uma experiência que vai muito além da componente competitiva.

Além disso, a passagem pela Ponte Dom Luís I voltou a assumir um dos momentos mais marcantes da manhã.

Entre o casario ribeirinho, o rio Douro e a imponência da ponte, os participantes encontraram um dos cenários mais emblemáticos de toda a prova.

A cada passada, a paisagem envolvente tornou a experiência ainda mais especial e inesquecível para quem aceitou este desafio.

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O público voltou a ser protagonista

Se o percurso impressionou, o apoio do público voltou, uma vez mais, a fazer a diferença.

Ao longo de todo o trajeto, nas ruas, nas varandas e junto ao rio, não faltaram aplausos, palavras de incentivo e sorrisos dirigidos aos atletas.

Foi precisamente essa energia que ajudou muitos participantes a ultrapassar os momentos de maior desgaste, criando um ambiente único do início ao fim. Afinal, em provas como esta, o incentivo de quem acompanha pode fazer toda a diferença.

Já na reta final, de regresso à Ribeira do Porto, a emoção intensificou-se. À medida que a meta se aproximava, aumentavam também os aplausos de familiares, amigos e espectadores, tornando cada chegada um momento de celebração e de dever cumprido.

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Tiago Silva e Marta Caeiro venceram a 11.ª edição

Na vertente competitiva, a vitória masculina sorriu a Tiago Silva, do Sport Comércio e Salgueiros, que concluiu os 10 quilómetros em 00:31:29.

Logo atrás, Renato Sousa, da EV Peraltafil, garantiu a segunda posição com o tempo de 00:31:41. Por sua vez, Fernando Souza fechou o pódio ao cortar a meta em 00:32:59.

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Já no setor feminino, Marta Caeiro, da Runriver – Escola Atletismo de Rio Tinto, foi a mais rápida, completando a distância em 00:39:35.

Seguiram-se Juliana Figueiras, que assegurou o segundo lugar com 00:40:54, e Bea Moura, do Grupo Desportivo Recreativo Juventude das Ribeiras, que completou o pódio com o registo de 00:41:02.

A prova contou também com a participação de atletas de desporto adaptado, reforçando o seu caráter inclusivo.

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Alberto Batista foi o vencedor, concluindo o percurso em 00:34:25.

Nelson Sampaio, da Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação de Paredes, terminou na segunda posição, com 00:49:45, enquanto Jaime Catarino completou o pódio ao registar 00:53:52.

Andreia Farias, também em representação da Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação de Paredes, concluiu a prova em 01:19:10, evidenciando, uma vez mais, o espírito de inclusão que caracteriza a Shamir Corrida Portucale.

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Uma manhã para recordar

Paralelamente à prova principal de 10 quilómetros, a manhã contou ainda com uma caminhada de 5 quilómetros e uma corrida infantil de 500 metros.

Desta forma, a Shamir Corrida Portucale voltou a reforçar o seu caráter inclusivo, permitindo que participantes de todas as idades e níveis de preparação fizessem parte desta verdadeira festa do atletismo.

Mais do que uma competição, a Corrida Portucale afirmou-se, uma vez mais, como um momento de encontro entre atletas, público e cidade.

Ao longo de toda a manhã, foram muitos os sorrisos, os reencontros e as histórias vividas entre as margens do Douro. No final, ficou a certeza de que o desporto continua a ser uma das melhores formas de unir pessoas e criar memórias.

Num cenário único, onde o rio une Porto e Vila Nova de Gaia, celebrou-se, mais uma vez, o desporto, a partilha e a capacidade de superação. Assim, a 11ª edição deixou boas recordações a todos os participantes e reforçou a expectativa para o regresso da prova no próximo ano.

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OPraticante.pt também marcou presença em prova

Parceiro media da 11ª Shamir Corrida Portucale, OPraticante.pt voltou a acompanhar o evento não só no plano informativo, mas também dentro do próprio percurso.

Também em competição, Eduardo Ferreira completou os 10 quilómetros na 152.ª posição da classificação geral, registando o tempo oficial de 00:43:47.

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Helena Santos concluiu a prova na 788ª posição, cruzando a meta com o tempo de 01:02:50.

Uma presença que espelha a missão d’ OPraticante.pt: viver os eventos por dentro, partilhar a experiência e continuar a promover o desporto e a atividade física junto da comunidade.

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