FLÁVIO PACHECO COM EVOLUÇÃO MUITO POSITIVA
Flávio Pacheco - Foto: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo
Flávio Pacheco foi hoje o 11.º classificado, em classe H4, no contrarrelógio individual que marcou o arranque do Campeonato do Mundo de Paraciclismo de Estrada.
Evento que decorre em Huntsville, no Alabama (Estados Unidos) até segunda-feira.
Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo
Flávio Pacheco termina em 11.º lugar o contrarrelógio que marcou o arranque do Mundial de Paraciclismo
O representante da Seleção Nacional de Paraciclismo terminou o percurso de 29,2 quilómetros, num total de duas voltas, em 45m11s, gastando mais 6 minutos do que o vencedor, o austríaco Thomas Fruhwirth.
Em segundo lugar ficou o britânico Callum Russell e a Medalha de Bronze foi entregue ao francês Joseph Fritsch.
“Mais uma vez, Flávio Pacheco esteve muito bem numa prova de contrarrelógio, algo que já começa a ser recorrente ao longo desta época.
Tem demonstrado uma evolução muito positiva, não só a nível físico, mas também técnico, e hoje voltou a fazer uma prova muito consistente.
Fez uma boa leitura das trajetórias ao longo do percurso e conseguiu dosear muito bem o esforço, o que era particularmente importante num dia em que as temperaturas rondaram os 40 graus”, destacou Telmo Pinão, Selecionador Nacional de Paraciclismo.
O responsável técnico da Seleção Nacional realça ainda a evolução demonstrada por Flávio Pacheco, quando comparada com a sua prestação, no mesmo percurso, há três anos:
“É importante olhar também para a evolução que o Flávio tem conseguido.
Há três anos, neste mesmo percurso, disputou uma prova de contrarrelógio na Taça do Mundo de 2023 e completou apenas uma volta.
Hoje fez duas voltas e, mesmo assim, conseguiu uma média superior à que tinha registado nessa competição.
Na primeira volta chegou inclusivamente a ganhar cerca de dois minutos relativamente aos valores de referência, sabendo que ainda tinha uma segunda volta pela frente.
É um dado que demonstra bem a evolução que conseguiu nestes três anos”, acrescentou.
“O Flávio tem 42 anos, mas continua a mostrar que consegue evoluir e competir ao nível dos melhores do mundo.
Mais do que o resultado, esta prestação demonstra a capacidade que tem tido para se adaptar, melhorar e manter-se competitivo ao mais alto nível internacional”, concluiu Telmo Pinão.
