SERRA DA ESTRELA MOSTRA TERRITÓRIO AO MUNDO
Foto de arquivo: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo
A 8.ª edição do Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela será disputada por 126 corredores, em representação de 19 equipas, entre esta sexta-feira e domingo.
O pelotão conta com cinco equipas do escalão ProTeam e com 14 equipas continentais.
Estarão presentes ciclistas oriundos de 24 países, naquela que será a edição com mais ProTeams na história de uma prova que se iniciou em 2016.
A qualidade desportiva traduziu-se na ambição mediática, com o Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela a ter transmissão televisiva em direto no canal V+ e emissão internacional na plataforma DAZN.
A corrida pode ser sintonizada a partir das 14h45 de sexta-feira, 14h20 no sábado e 14h40 no domingo.
Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela
As primeiras pedaladas, nesta sexta-feira, serão dadas em Mêda, no arranque dos 192,8 quilómetros que levam a caravana até Fornos de Algodres.
A partida está marcada para as 11h15 e o final para pouco depois das 16h00.
Os prémios de montanha do Vale Afonsinho e de Castelo Rodrigo, na primeira parte da viagem, são um convite à ousadia dos fugitivos.
Pinhel e Celorico da Beira recebem as metas volantes bonificadas, ambas no terço final da tirada. Os velocistas e os puncheurs são candidatos à primeira camisola amarela.
A segunda etapa, no sábado, tem 174,7 quilómetros, arranca no Sabugal, às 11h15, e termina no Fundão, cerca das 15h45.
A chegada é propícia aos homens rápidos, desde que aguentem os ataques que poderão marcar os dois prémios de montanha, em Castelo Novo e Alpedrinha, ambos nos derradeiros 40 quilómetros.
As metas volantes estarão colocadas em Orca e Alcaide.
A edição com mais ProTeams na história da prova
A etapa-raínha é a última, a disputar no domingo. Começa em Gouveia, às 11h15, e termina na Guarda, às 16h00, depois de percorridos 186,2 quilómetros.
A tirada abre em subida, levando os corredores ao prémio de montanha de terceira categoria, instalado em Folgosinho, ao quilómetro 10,7.
Pedala-se, depois, ao encontro da meta volante da Covilhã, que anuncia a subida à Torre (prémio de montana de primeira categoria) via Penhas da Saúde.
Do ponto mais alto de Portugal Continental distam 99,7 quilómetros para a consagração dos vencedores.
A seis quilómetros do risco haverá uma meta volante, em Maçainhas, para acertar contas com as bonificações.
A montanha do último dia condiciona a lista de candidatos ao triunfo final.
Entre as formações estrangeiras, as mais bem apetrechadas com trepadores são as ProTeams:
Burgos Burpellet BH, Euskaltel-Euskadi e Solution Tech Nippo Rali. A continental NU Colombia também deverá estar na discussão da geral.
Será destes conjuntos que virá a principal concorrência às dez equipas portuguesas.
O Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela é uma organização da Associação de Municípios da Cova da Beira.
A cor e a emoção do ciclismo visitam o território de 16 concelhos:
Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Guarda, Manteigas, Mêda, Penamacor, Pinhel, Sabugal, Seia e Trancoso.

