BOMBARRAL MARCA NOVA ERA NO TROFÉU JOAQUIM AGOSTINHO
Foto: Município Bombarral
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Bombarral estreia-se como “pedalada de partida” da corrida, com um Prólogo completamente novo.
Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo
A “pedalada de partida” da corrida com Bombarral a estrear-se
Ocorreu a apresentação oficial do 49.º Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho, que vai para a estrada entre os dias 10 e 12 de julho.
Com um pelotão internacional composto por 20 equipas, seis delas estrangeiras – onde entre os 140 corredores estarão representadas 18 nacionalidades.
A grande novidade desta edição será a mudança para o Bombarral do local do Prólogo.
Prólogo que marca o arranque da prova que presta homenagem ao lendário Joaquim Agostinho.
Após cerca de uma década de Turcifal, como ponto de partida da competição, no dia 10 de julho começa a escrever-se uma nova história.
É a competição portuguesa de ciclismo que há mais anos consecutivos integra o calendário mundial da UCI – União Ciclista Internacional.
Tem a organização da União Desportiva do Oeste (UDO), em parceria com a Câmara Municipal de Torres Vedras, deu a conhecer a sua edição de 2026.
A corrida que percorre ao longo de três dias o território Oeste de Portugal, este ano com um total de 375 quilómetros.
Vai ter partidas e chegadas em Bombarral, Lourinhã, Torres Vedras, Atouguia da Baleia e Alto de Montejunto.
É nesta mítica montanha da meta final, o ponto mais alto do Oeste, que será consagrado o vencedor da prova.
É no “Coração do Oeste”, no Bombarral que os ponteiros do cronómetro começam a funcionar
Antes disso, vai ser no “Coração do Oeste” que os ponteiros do cronómetro começam a funcionar.
No dia 10 de julho, Bombarral apresenta-se como a grande novidade da 49ª edição da competição.
São 7,9 quilómetros de um novo traçado ao redor da vila, com a partida do primeiro corredor agendada para as 17h00, na Avenida Padre Fernando Diogo e chegada em frente à Câmara Municipal.
Sábado, 11 de julho, os corredores partem da “Capital dos Dinossauros” para a primeira etapa, a mais longa da prova.
Com saída da Lourinhã às 12h10, a viagem de 188,6 quilómetros contará com um recorde de 18 metas intermédias.
São três montanhas de terceira categoria, dois pontos quentes e 13 metas volantes.
Meta junto ao monumento em tributo a Joaquim Agostinho
Percorridas todas as freguesias do concelho da Lourinhã, o pelotão segue em direção a Torres Vedras, onde depois de uma primeira passagem pela meta, os corredores vão cumprir uma volta ao tradicional Circuito de Torres, antes do esperado sprint final.
Esta chegada será na Avenida António Leal de Ascensão, junto ao monumento em tributo a Joaquim Agostinho, cerca das 16h37.
Dia 12 de julho a caravana parte junto à Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, às 11h35.
Percorre o concelho de Peniche antes de seguir por Óbidos, até à Foz do Arelho, onde está a primeira contagem de montanha.
A corrida prossegue pelo litoral, passando por Nazaré e Alcobaça, regressando depois às Caldas da Rainha e seguindo para o interior até ao Cadaval.
Após a passagem por Chão de Sapo, inicia-se a fase final, com a exigente subida à Serra de Montejunto, a montanha de todas as decisões.
Com um percurso de 178,5 quilómetros, várias metas volantes e de montanha, é no Alto de Montejunto que o vencedor do Troféu Joaquim Agostinho de 2026 será decidido.
“…a organização viu-se obrigada a retirar um dia à prova.”
Francisco Manuel Fernandes, presidente da organização, explicou o motivo da redução de um dia de prova em 2026:
“Com as tempestades que afetaram toda a Região Oeste, levando à declaração do estado de calamidade de vários municípios, após aprovação da UCI, a organização viu-se obrigada a retirar um dia à prova.
Vivemos uma situação só comparável às cheias de 1983 e que esperamos possa ser possível reverter no futuro”.
Já Cândido Barbosa, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, destacou o trabalho feito pela organização:
“sobretudo todo o caminho de muitos anos para alcançar a internacionalização da prova, por iniciativa própria.
Parabéns pela corrida, aquela que está inscrita há mais anos seguidos no calendário da UCI, entre todas as provas portuguesas.
Desejamos que sejam reunidas as condições para que esta competição volte ao formato habitual, o que, com o empenho de todos, seguramente vai acontecer”.

Diogo Guia, vice-presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, lembrou as comemorações do cinquentenário da prova no próximo ano, que aguarda “com muitas expectativas” e às quais a autarquia quer estar associada, “pela importância desse momento e dessa celebração”.
Transmissão em direto da prova
O 49.º Grande Prémio Internacional de Torres Vedras vai ter transmissão em direto, via “Live Streaming”, no Facebook e YouTube da prova (links disponibilizados na última página).
Serão transmitidas todas as partidas, as duas últimas horas do Prólogo e das duas etapas e a cerimónia do pódio.
Será possível acompanhar todas as informações, ao longo dos três dias da corrida, nas Redes Sociais (consultar links na última página) e todas as incidências, em tempo real, através do direto em texto que vai realizar-se no site da Federação Portuguesa de Ciclismo.




