Taça de Portugal de Juniores no 17º Circuito de Palmeira
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Disputa-se no dia 4 de maio o 17º Circuito de Palmeira / Prémio Peixoto Alves, prova de ciclismo para a categoria de juniores, pontuável para a Taça de Portugal e para a Taça do Minho – Arrecadações da Quintã, que homenageará a velha glória do ciclismo português e vencedor da Volta a Portugal de 1965.
A competição, patrocinada pela Junta de Freguesia de Palmeira (Braga), tem início marcado para as 15h00 e final previsto para as 17h50 na Rua de Miracávado, junto à Igreja de Palmeira.
17º Circuito de Palmeira / Prémio Peixoto Alves
Para a prova bracarense – competição que já foi ganha, entre outros, pelo Campeão do Mundo Rui Costa – está em perspetiva um excelente espetáculo desportivo, com momentos de grande competitividade aos quais não serão certamente alheias as diversas e habituais metas volantes nas várias freguesias ao longo do percurso.
Como tem sido apanágio das anteriores edições do Circuito de Palmeira é também esperada a presença de muito público ao longo de todo o percurso e na subida final em direção à meta que estará instalada junto à Igreja de Palmeira.
Em 2018, Diogo Barbosa (Vito/Feirense/Blackjack) foi o vencedor do 16º Circuito de Palmeira / Prémio Peixoto Alves.
João Peixoto Alves – Vencedor da Volta a Portugal de 1965
João Peixoto Alves, natural de Palmeira (Braga), nasceu a 23 de Maio de 1941 e iniciou a sua atividade no ciclismo, como popular, no Futebol Clube do Porto.
Posteriormente representou o C. C. Aldoar e o Benfica, onde se tornou conhecido como um dos melhores ciclistas portugueses. A sua carreira como profissional iniciou-se em 1960 e terminou em 1966, quando se retirou, com 25 anos, deixando um lugar difícil de preencher no ciclismo e no Benfica.
Ao longo da carreira desportiva disputou 171 provas, tendo ganho 22. Conquistou os títulos de Campeão Nacional e Regional de Rampa, no último caso por quatro vezes.
Vencedor da Volta a Portugal de 1965, alcançou ainda dois segundos e um terceiro lugares na importante competição. Na prova “rainha” do ciclismo português ganhou ainda 9 etapas, foi portador da camisola amarela em 23 e ganhou o Prémio da Montanha e a Classificação por Pontos no ano de 1963.
Participou na Volta a França do Futuro em 1963 (7º na geral e 2º na Montanha) e em 1964, tendo ainda participado na Volta à Espanha (1962, 1963 e 1965), na Volta a S. Paulo (1962 e 1966), na Volta à Catalunha (1965) e no Campeonato do Mundo (1965 e 1966).
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Texto: ACM


