EMERIC GUERILLOT ENCERRA MILÃO CORTINA

Emeric Guerillot

Foto: Sean M. Haffey/Getty Images

Emeric Guerillot encerrou esta segunda-feira a sua primeira participação olímpica, com a realização da prova de Slalom, do Esqui Alpino, em Milão Cortina 2026.

Numa primeira manga marcada pela exigência do percurso e pelas dificuldades atmosféricas, o português não conseguiu cruzar a meta, terminando sem classificação.

Tal como Emeric, outros 48 atletas não completaram a descida e, consequentemente, não tiveram acesso à segunda manga.

Entre os 95 esquiadores que iniciaram a prova, só 44 avançaram para a segunda manga, com outros dois a serem desclassificados.

O suíço Loic Meillard sagrou-se campeão olímpico, com o tempo somado de 1.53,61, seguido do austríaco Fabio Gstrein, prata com 1.53,96, e do norueguês Henrik Kristoffersen, bronze com 1.54,74.

Fonte: COP

Emeric Guerillot brilha na estreia olímpica

Aos 18 anos, Emeric Guerillot marcou presença em três eventos na sua estreia em Jogos Olímpicos de inverno.

No Super G, a sua preferência, igualou o melhor resultado masculino de Portugal no Esqui Alpino, com um 32.º lugar.

Seguiu-se o Slalom Gigante, no qual foi 38.º, encerrando com o Slalom, sem classificação.

Emeric Guerillot
Foto: Dustin Satloff/Getty Images

“Estou muito contente…”

“Assim termina a minha participação nos Jogos Olímpicos. Estou muito contente com o que consegui produzir.

Foi a minha primeira experiência e espero que haja muitas outras, mas, para já, estou mesmo muito satisfeito com o que consegui realizar.

Tive bons resultados e, sobretudo, estou muito orgulhoso do Super G, onde sinto que consegui realmente esquiar bem.

Hoje foi um pouco mais complicado do que o habitual, no Slalom.

Não é a minha disciplina mais forte. O percurso era muito exigente, além de muito duro, muito técnico, com muitas curvas e bastante gelo.

Espero participar novamente noutros Jogos Olímpicos e, dessa vez, espero fazer também as provas de velocidade, ou seja, o Downhill e o Super G.

Foi uma participação mesmo muito boa.

Tenho orgulho nisso e é também graças a toda a minha família, ao meu pai, que é o treinador que me acompanha desde pequeno, e à minha irmã, que também participa nos Jogos Olímpicos.

É incrível. Por isso, obrigado a todos eles e obrigado a Portugal por me permitir viver isto.

É realmente incrível e espero sinceramente alcançar resultados ainda melhores.

Quero também tentar fazer várias Taças do Mundo antes dos próximos Jogos Olímpicos, sobretudo nas provas de velocidade, para chegar lá da próxima vez e tentar realmente apontar, quem sabe, para um top-20, um top-15, um top-10.

Veremos. Vai depender muito de como evoluir o meu esqui.”

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