FÉLIX DA COSTA DO CÉU AO INFERNO
Félix da Costa - Foto: Jaguar TCS Racing
O piloto português Félix da Costa esteve na liderança da prova mas acabou em 14o, no final o piloto português escreveu na sua página:
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FÉLIX DA COSTA NA LUTA PELO TÍTULO
“Frustração grande…” Félix da Costa
“Dificil aceitar os resultados deste fim de semana.
Tinhamos tudo para ganhar as 2 corridas de Tóquio e lutar per este título Mundial.
Frustração grande, talvez dos melhores fim de semana que fiz na minha carreira.
Uma pista onde nunca fui forte, qualificamos as duas vezes em P3 e P2, mas saímos daqui apensas com 2 pontos.
A distância para o líder do campeonato é a mesma, são só 30 pontos com 56 em disputa.
Vai ser difícil, mas não impossível.
É assim, aceitar e seguir forte!
Obrigado a todos pelas milhares de mensagens que me mandam a dar força, é bom saber que sofrem isto comigo!“
Nyck de Vries registrou sua segunda vitória na temporada 2025/26 pela Mahindra Racing.
Os grandes candidatos ao título não conseguem marcar antes do final da temporada.
Segunda vitória na temporada para Nyck de Vries
Nyck de Vries, da Mahindra Racing, acertou em cheio e disparou do quinto lugar para a vitória na Rodada 15 do TDK Tokyo E-Prix de 2026 em condições mistas.
Nick Cassidy, da Citroen Racing, e Jake Dennis, da Andretti completaram o pódio.
Os candidatos ao título Pascal Wehrlein (Porsche) e Mitch Evans (Jaguar TCS Racing) não conseguiram pontuar.
Nyck de Vries deu um salto oportuno para o ATTACK na volta 28.
Superou os que estavam à frente para alcançar o atual campeão Oliver Rowland na P1; o próprio piloto da Nissan teve uma investida tardia.
O britânico optou por não igualar Nyck de Vries com sua própria final de duas ativações obrigatórias do “Modo de Ataque” com tração nas quatro rodas de 50 kW-
Isso lhe custou caro, já que de Nyck de Vries passou por Oliver Rowland no setor intermediário da mesma turnê.
Mahindra optou por preparar o carro para uma superfície seca, apostando que mais chuva resistiria após um dilúvio no início da tarde.
Um feito que a equipe não alcançava desde 2017
Nyck de Vries navegou em um Red Flag tardio para uma segunda vitória de 2025/26 e o segundo de Mahindra na temporada.
Um feito que a equipe não alcançava desde 2017/18.
Cassidy e Citroën fizeram a mesma aposta, e valeu a pena: o neozelandês passou do 13o para o segundo lugar e mais troféus após o emocionante resultado de ontem no P3.
Dennis, surpreendentemente, subiu do 17o para o último lugar no pódio graças a uma investida tardia no “Modo de Ataque“.
Isso o coloca no topo do Campeonato Mundial de Pilotos, rumo ao local de sua primeira vitória pelo título em Londres e ao fim de semana final.
O campeão da 9a temporada conseguiu tirar vantagem da miséria de Pascal Werhlein.
Foi a segunda prova em que o piloto da Porsche não obteve pontuação em duas provas em Tóquio, deixando-o em terceiro lugar na disputa.
Mitch Evans (Jaguar TCS Racing) também não conseguiu terminar.
Ele que liderou provisoriamente a corrida no início da corrida, ele deixa Tóquio dois pontos atrás de Dennis, em segundo.
Apenas cinco pontos dividem os três primeiros pilotos na tabela de pontos.
Enquanto o resultado de Dennis coloca a Porsche na linha de chegada como campeã mundial de fabricantes de 2025/26.
A Jaguar ainda lidera a Porsche na tabela do Teams, que, assim como os pilotos, chegará ao fim em Londres.
As rodadas 16 e 17 do Hankook London E-Prix de 2026 decidirão o título nos dias 15 e 16 de agosto para encerrar a era GEN3.
Como aconteceu… para Félix da Costa
Chuva forte caiu antes da corrida, exigindo uma volta sob o Safety Car antes da largada em pé.
O polesitter Mortara liderou o grid, com Félix da Costa, Rowland, Wehrlein e Mueller indo no início da volta 3.
Foi a primeira de suas ativações do “Modo de Ataque” com tração nas quatro rodas de 50 kW e superfície da pista escorregadia.
Félix da Costa assumiu a liderança na Curva 9 da Volta 4, passando pela máquina lateral Mahindra Racing de Edo Mortara, o piloto da Jaguar fazendo uso total do ATTACK.
A partir daí, ele fez uma pausa e abriu uma vantagem de quatro segundos sobre Mortara, com Ticktum três segundos atrás, em terceiro.
Ticktum estava com um pouco de dificuldade e, na volta 11, Barnard conseguiu ultrapassar o piloto da Cupra Kiro para um P3 provisório.
Evans – o líder dos pilotos, como estava – também tinha Ticktum na mira, com o britânico tendo dificuldades de aderência.
Evans passou na chicane na volta 15 para o quarto lugar, com o companheiro de equipe de Ticktum, Marti, na parede, lançando um Full Course Yellow logo depois – esmagando a ativação do “Modo de Ataque” de Mortara.
Parecia que Buemi exagerou na jogada e enfiou o Cupra do espanhol na parede.
A corrida foi verde na volta 16, com Félix da Costa liderando Mortara – e Barnard três segundos atrás, em terceiro, e três pontos percentuais atrás, com boa energia dos que estavam à frente.
Ticktum fez bom uso de sua primeira ativação do “Modo de Ataque” para recuperar o terreno perdido – em quarto, passando por Werhlein e Evans na volta 19.
Barnard estava fazendo o mesmo e ultrapassou Mortara para o segundo lugar na corrida até a chicane antes de partir para da Costa.
Félix da Costa perde a liderança
Na Curva 17, Barnard fez uma super ziguezague para passar Félix da Costa e assumir a liderança quando seu “Modo de Ataque” chegou ao fim.
A jogada tinha que ser feita naquele momento, e o britânico conseguiu.
Uma volta depois, o líder da classificação Evans deu sua primeira dose de ATTACK.
O neozelandês manteve a posição na pista com um movimento de Wehrlein para trás após sair da linha pela zona de ativação.
Rowland, quinto colocado, manteve Evans afastado, comprometendo a ativação do “Modo de Ataque” do piloto da Jaguar.
Evans deixou claro pela Team Radio que o havia usado tarde demais, depois que o circuito secou.
O atual campeão passou por Ticktum na volta 23, na chicane, para o quarto lugar.
Mas também por Mortara na curva 1, uma volta depois, quando seu Nissan começou a se recuperar nas condições de secagem.
Meia volta depois, na Curva 10, Rowland passou por Félix da Costa na P2.
A pressão dos pneus secos estava boa para o britânico, que então começou a diminuir a diferença de 1,5 segundo para Barnard na frente.
O piloto do DS fez sua segunda e última ativação do “Modo de Ataque“, cedendo P1 para Rowland na volta 25.
A configuração de Vergne também chegou até ele quando o circuito secou.
Agora em terceiro, ele incomodou Barnard – cujo “Modo de Ataque” aparentemente não tinha utilidade com a configuração de seu carro mais sintonizada com as condições molhadas anteriores.
De Vries saltou para o ATTACK na volta 28 e pegou os que estavam à frente para chegar a Rowland em P1 – passando-o pelo setor intermediário da volta 28.
Faltando duas voltas para o fim, o drama …
Cassidy e Vergne – terceiro e quarto – optaram pelo ATTACK na turnê seguinte, despachando Rowland, que adiou sua segunda ativação mais uma vez.
Ele saltou na volta 30, mas parecia tarde demais.
Dennis encontrando-o na volta 31 para o quarto lugar – o piloto da Andretti com quatro minutos de ATAQUE e uma vantagem energética para de Vries, Cassidy e Vergne à frente.
Quatro segundos era a diferença faltando três voltas para o fim.
Drama faltando duas voltas para o fim, quando Mortara e Eriksson entraram em conflito e bloquearam o circuito para os que estavam atrás.
Um verdadeiro estacionamento nas ruas de Tóquio; Bandeira Vermelha e o ataque de Dennis foi interrompido.
O grid se formou para uma largada rápida para garantir o sprint final da volta, com de Vries liderando Cassidy e Dennis para longe e em direção à bandeirada.
A decisão do título está prevista para chegar ao fim em Londres nos dias 15 e 16 de agosto, na final do London Excel da Fórmula E.
Chega ao fim em grande estilo mais uma temporada.




