GALHANO CONQUISTA TAÇA DE PORTUGAL DE MASTERS

Três primeiros classificados da taca de Portugal de masters - Foto: Carla Velhinho / FPC

A Taça de Portugal de Masters 2026 ficou concluída em Reguengos de Monsaraz, com a realização da última prova do calendário.

Uma jornada marcada pelas elevadas temperaturas e pela vitória de Henrique Silva (Grupo Parapedra – MAF – Riomagic / CRP), em Elites Amadores.

Quanto ao troféu da Taça de Portugal, foi entregue a Tiago Galhano (Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde), líder à partida, confirmando o triunfo final da competição, na mesma categoria.

Henrique Silva foi o mais forte, ao completar os 122,4 quilómetros em 2h52m14s, impondo-se ao sprint a Marco Costa (DBL Bike) e a Tiago Galhano.

Um final muito disputado entre um grupo restrito de corredores.

Galhano
Henrique Silva venceu a etapa – Foto: Carla Velhinho / FPC

Taça de Portugal de Masters teve final decidido em Reguengos de Monsaraz

Nos diferentes escalões etários, a etapa de encerramento confirmou o elevado equilíbrio competitivo, com triunfos de:

Tiago Miranda (Viveiros Vítor Lourenço / Sintra C. Ciclismo) em Master 30;

Diogo Silva (Domuswood / AD Portomosense) em Master 35;

Hélder Loureiro (Grupo Parapedra – MAF – Riomagic / CRP) em Master 40;

e Paulo Simões, da mesma equipa, na categoria de Master 45.

Todos disputaram o mesmo percurso dos Elites Amadores, na desafiante distância de 122,4 quilómetros.

Em Master 50, com um percurso de 82,2 quilómetros pela frente, o mais forte foi:

Vítor Mota (Penacova / Firstbike / Reconco / RaceSpirit);

e João Martins (AdecT / CMSantos.pt) venceu em Master 55.

Nos escalões mais experientes e com um percurso de 42,2 quilómetros:

Leonardo Sousa (Penacova / Firstbike / Reconco / RaceSpirit) triunfou em Master 60.

João Pinto (Boavista – Feira dos Sofás) foi o melhor em Master 65;

e Jorge Letras (Grupo Parapedra – MAF – Riomagic / CRP) conquistou a vitória em Master +70.

Galhano
Foto: Carla Velhinho / FPC

Tiago Galhano partia para esta etapa e no final conquistou a Taça de Portugal de Masters

À partida para a derradeira jornada da Taça de Portugal de Masters, Tiago Galhano partia na liderança, em Elites Amadores, com 120 pontos.

Ao terminar em terceiro lugar, garantiu a vitória final na competição, com 133 pontos.

O segundo classificado da Taça foi Marco Costa, também segundo classificado em Reguengos de Monsaraz, com 110 pontos.

O vencedor do dia, Henrique Silva, ficou em terceiro lugar do ranking da Taça de Portugal de Masters, ao somar 95 pontos.

Quanto às restantes categorias, em Master 30 a vitória da Taça foi alcançada por:

Rúben Pais (Escola de Ciclismo de Oeiras / Parracho / Mr. Print), com 155 pontos.

Em Master 35, Diogo Silva (Domuswood / AD Portomosense) confirmou a conquista final.

Em Master 40, o título foi entregue a Hélder Loureiro (Grupo Parapedra – MAF – Riomagic / CRP).

Já em Master 45, foi Bruno Passos (Vulcal – Centro Ciclista do Centro) quem trouxe o troféu.

Na categoria de Master 50, António Faísco (UCA / Terralem Lda / Pracer Perfis) garantiu o primeiro lugar da classificação final da Taça.

Logo a seguir, em Master 55, o vencedor foi Rui Brito (Casa Benfica Almodôvar).

Em Master 60, Luís Gomes (Team Vertentability – JDC) assegurou o triunfo.

José Magalhães (Skoda Irmãos Leite / Tourencinho) venceu em Master 65, com 165 pontos.

No escalão Master +70, Jorge Letras, que também venceu em Reguengos de Monsaraz confirmou igualmente a conquista da Taça.

Foto: Carla Velhinho / FPC

Decisões a serem discutidas até aos momentos finais

Na classificação da Taça de Portugal de Masters por Equipas, a Casa Benfica de Almodôvar sagrou-se vencedora, com 82 pontos, superando o Grupo Parapedra – MAF – Riomagic / CRP (80 pontos) e a Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde (34 pontos), que completaram o pódio coletivo, respetivamente.

A etapa de Reguengos de Monsaraz voltou a evidenciar a exigência dos percursos e das condições climatéricas, refletidas no desgaste do pelotão.

Mas também a elevada competitividade entre atletas e equipas, com várias decisões a serem discutidas até aos momentos finais.

Com o encerramento da competição em cenário alentejano, conclui-se mais uma edição da Taça de Portugal de Masters.

Uma prova que reforça o seu estatuto no calendário velocipédico nacional, destacando-se pela forte adesão, pela qualidade organizativa e pelo crescente nível competitivo em todos os escalões.

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