GÓIS, 135 PILOTOS EM PROVA DE SUPERAÇÃO
Francisco Alvoeiro - piloto de Góis - Foto: Organização
O arranque do Campeonato Nacional de Enduro – CFL 2026 em Góis começou sob bons auspícios.
Contrariando as previsões mais pessimistas, a tempestade “Ingrid” deu tréguas durante este domingo, permitindo que os 135 pilotos inscritos enfrentassem o 21.º Enduro de Góis sob um céu sem chuva, embora com o terreno a exigir o máximo de perícia e preparação física.
Os percursos selecionados pelo Góis Moto Clube revelaram-se uma aposta ganha.
Apesar da lama acumulada nas semanas anteriores, o traçado resistiu e ofereceu excelentes condições para a prática da modalidade.
Góis confirma-se como um destino de referência mundial para o Enduro.
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No plano desportivo, o grande protagonista do dia foi o francês Julien Roussaly (Sherco Portugal).
Aos comandos de uma Sherco, Roussaly dominou a prova com um tempo final de 1h15m33s, garantindo aquela que é a sua terceira vitória no Enduro de Góis.
O pódio da classe Elite ficou completo com Luís Oliveira (Yamaha Motobelas), na segunda posição.
O britânico Jack Edmondson (Triumph) – antigo Campeão do Mundo de Enduro 125cc – completou o pódio no terceiro posto.
Vencedores por categoria
A competitividade estendeu-se às restantes oito categorias em prova, com os seguintes vencedores:
Mário Patrão (Stark Varg), entre as Elétricas;
Rita Vieira (KTM), entre as Senhoras;
“Super feliz por estar de volta ao Campeonato Nacional de Enduro passado 3 anos da minha última prova!
Avizinha-se um verdadeiro Enduro técnico e com muita lama!” escreveu Rita Vieira na sua página antes da sua participação e vitória.
Rui Sousa (Fantic), na categoria Open;
Lucas Espinha (Beta), entre os Verdes;
Pedro Oliveira (KTM) entre os Veteranos;
Cláudio Belchior (KTM) entre os S-Veteranos;
Duarte João (KTM), na Promoção;
e Abel Rodriguez (Husqvarna) entre os Hobby.
Apesar da ameaça da tempestade “Ingrid”, o tempo deu tréguas e permitiu um espetáculo de alto nível em Góis
Para Nuno Bandeira, Presidente do Góis Moto Clube, o balanço da prova é extremamente positivo:
“A prova foi um sucesso e diria que a temporada não podia ter começado melhor.
O mau tempo deu tréguas, os pilotos gostaram bastante das especiais e os pisos resistiram à passagem dos 135 pilotos.
Góis reafirmou-se como uma região espetacular para a prática da modalidade.
Obrigado a todos os patrocinadores e todas as pessoas que estiveram envolvidas na organização, nomeadamente o Pedro Duarte (que se estreou como diretor de prova).
Mas também o Diogo Ventura, diretor adjunto que, por ter sido pai no sábado esteve ausente, mas que deu um importante contributo para que a prova fosse um sucesso.”



