GUARDA, BRADY GILMORE REPETE A VITÓRIA DE VISEU

Guarda

Brady Gilmore - Foto: Volta a Portugal

O australiano Brady Gilmore (Israel/ Premier Tech Academy), venceu com grande categoria a etapa que terminou na cidade da Guarda.

Repetiu na 86ª Volta a Portugal, a vitória que havia conseguido em Viseu, mostrando ser o melhor finalizador esse em terreno plano ou a subir.

Brady Gilmore (Israel/ Premier Tech Academy): Não acredito que consegui mais uma vitória na Volta a Portugal.

Tem sido uma época muito boa já levo este ano oito vitórias. Estou muito feliz”.

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Brady Gilmore foi Forte, Farta, Frio, Fiel e Formoso na Guarda

Após o dia de descanso, o corredor da equipa de Rúben Plaza, fez jus ao lema da cidade mais alta de Portugal, já que foi Forte, Farta, Frio, Fiel e Formoso.

Na “Portuguesa” alcançou a oitava vitória da temporada.

Os triunfos de Viseu e da Guarda, juntam-se às duas etapas do Tour du Rwanda, uma etapa e Geral do Tour de Taiwan e uma etapa e Geral do Circuit des Ardennes.

Como segundo “ganhador” da etapa surge o colombiano Jesus Peña (AP Hotels e Resort/Tavira/Farense) que foi terceiro na etapa que bonificou 4 segundos e saltou para o segundo lugar.

Uma vez que o sul-africano Bayron Munton (Feirense/Beeceler) foi décimo na etapa e perdeu 12 segundos para Penã e o camisola amarela, Artem Nych (Anicilor/ Tien 21).

Guarda
Foto: Volta a Portugal

Fuga de dez corredores marca a etapa

De salientar o grande trabalho de Gonçalo Leaça (Credibom/LA Alumínios/Marcos Car).

O ciclista na frente da corrida lutou quase até ao fim para “roubar” o máximo de pontos na montanha camisola azul a German Nicolas Tivani (Aviludo/Louletano/Loulé).

Outro dos ciclistas que integraram a escapada do dia em prol de Hugo Nunes, que cedo deu sinais de fraqueza e ficou afastado da luta pela montanha, mas manteve a liderança.

A etapa ficou marcada por uma fuga de dez corredores, onde apesar de ser o melhor a 3’31” do líder, Gonçalo Leaça foi o que mais trabalhou na escapada a par de Tavini, o argentino do Louletano.

Mas o “melhor bocado” ficou para o jovem Daniel Lima (Israel/ Premier Tech Academy) que foi o último a sonhar com a vitória.

O corredor de 20 anos, natural de Loulé, ficou isolado nos 3 quilómetros finais.

Foto: Volta a Portugal

Tavira trabalhou para a vitória, mas …

Já nas duras rampas da Guarda, face ao trabalho da (AP Hotels e Resort/Tavira/Farense) viria a ser alcançado a mil e quinhentos metros da meta, no duro empedrado da cidade egitaniense.

A equipa de Tavira, dirigida por Vidal Fitas imprimiu um duro ritmo para que depois o colombiano Peña pudesse desferir um golpe final e ganhar a etapa.

Mas a intromissão de Raul Rota e a surpreendente resistência de Brady Gilmore, fizeram com o triunfo tivesse fugido ao Tavira.

Na cabeça do pelotão foi sempre a equipa da Anicolor/Tien 21 que deu caça aos fugidos e a colocação estratégica de Fábio Costa acabou por não dar os resultados desejados na ajuda ao camisola amarela.

Lucas Lopes, o corredor da Rádio Popular/Paredes/Boavista ficou “enleado” numa molhada de três corredores nos derradeiros metros

Colocou os pés em terra, depois foi difícil recuperar o ritmo e perdeu quase meio minuto, o que o deixa mais longe de um ataque à liderança.

Para a Torre, a etapa rainha de amanhã, Jesus Peña pareceu mais forte do que Artem Nych e os demolidores 20 quilómetros a partir da Covilhã ditarão muito do futuro da 86ª Volta a Portugal.

Artem Nych (Anicolor/Tien 21): “Foi etapa muito intensa, com uma chegada à Guarda sempre muito difícil, num dia de excelente trabalho da equipa.

Amanhã é uma importante.”.

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