Mortágua disputa Volta com os melhores do mundo

Mortágua

A Equipa Continental UCI Tavfer-Measindot-Mortágua compete esta semana ao lado dos melhores do mundo, na 47ª Volta ao Algarve, prova internacional de categoria 2.Pro.

A 47.ª Volta ao Algarve vai disputar-se entre 5 e 9 de maio, ao longo de 765,8 quilómetros, distribuídos por cinco etapas.

A corrida arranca em Lagos e termina no alto do Malhão, concelho de Loulé.

Duas etapas têm final em montanha, outras tantas adequam-se aos sprinters e um contrarrelógio individual completa a ementa.

Página da equipa.

Tavfer – Measindot – Mortágua na 47.ª Volta ao Algarve

A tirada inaugural será para velocistas, iniciando-se em Lagos e terminando em Portimão, depois de percorridos 189,5 quilómetros.

A parte final da viagem, junto à costa, promete oferecer imagens fantásticas das praias algarvias.

A segunda etapa inicia-se em Sagres, concelho de Vila do Bispo, e termina no ponto mais alto do Algarve, a Fóia, no concelho de Monchique, após 182,8 quilómetros.

O percurso ondulado traduz-se num acumulado de subida de 4100 metros. Três montanhas nos últimos 30 quilómetros prometem aquecer a luta pela geral.

A meta coincide com um prémio de montanha de primeira categoria, a subida de Monchique até à Fóia (7,5 km com 7,3 por cento de inclinação média).

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Ao terceiro dia os sprinters serão de novo chamados a ter protagonismo, numa viagem que se inicia em Faro, percorre o interior do Sotavento e a zona raiana do Algarve antes de terminar no coração de Tavira, local de espetaculares chegadas em pelotão nas edições mais recentes da corrida.

Será a viagem mais longa da competição, com 203,1 quilómetros.

A quarta etapa será muito importante no escalonamento da classificação geral. Trata-se do contrarrelógio de Lagoa, que terá o mesmo percurso, de 20,3 quilómetros, já percorrido nas três edições mais recentes da prova.

O tira-teimas fica guardado para a quinta e última etapa, uma ligação de 170,1 quilómetros, entre Albufeira e o alto do Malhão, no concelho de Loulé, onde a meta coincide com um prémio de montanha de segunda categoria.

A derradeira etapa tem um acumulado de subida de 3280 metros, e uma hora final de corrida que se assemelha a uma clássica das Ardenas, com uma sucessão de subidas exigentes, antes da escalada do Malhão (2,6 quilómetros com inclinação média de 9,2 por cento).

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