PARCÍDIO SUMMAVIELLE COM UM TRIUNFO COM SABOR AGRIDOCE
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A vitória do Parcidio Summavielle, piloto de Fafe na Divisão Turismos 3 foi o aspeto mais positivo da sua participação na Rampa Porca de Murça.
Prova que marcou o arranque do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, que não garantiu disputar na íntegra, dado que não foi possível o planeado ‘upgrade’ a uma categoria superior.
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Página da organização
Texto: VMotores
Fotos: Ricardo Soares OMS/Veddacom
Parcidio Summavielle chegou viu e venceu
Parcidio Summavielle chegou viu e venceu a Divisão Turismos 3, numa participação que correu bem do princípio ao fim, conseguindo atingir os objetivos a que se propôs no evento do CAMI.
Isto apesar do piloto minhoto ter preferido estar à partida noutra máquina que não o Renault Clio, mesmo que isso significasse não vencer.
De resto só tem palavras elogiosas para a sua nova equipa e para o apoio que todos deram para que iniciasse a época com mais um êxito.
“Correu tudo muito bem, apesar de uma forte concorrência, numa prova muito participada, com mais de 50 inscritos, entre eles oito mulheres.
O diz bem da vitalidade atual do Campeonato de Portugal de Montanha.
Esse foi o aspeto mais positivo do fim-de-semana. Isso e a prestação nos Turismo 3, onde consegui uma vitória muito saborosa”, começa por refletir o piloto de Fafe.
No entanto Parcídio Summavielle não deixa de desabafar uma certa desilusão por não ter sido possível subir de escalão:
“O sabor agridoce vem do facto de não ter conseguido reunir as condições e adquirir um carro que me permitisse alinhar numa outra categoria, como tinha planeado.
E isso faz com que a minha continuidade no campeonato esteja em dúvida, pois não faz sentido continuar na Divisão Turismos 3, antiga Divisão 1.
Já fui campeão e no ano passado lutei até ao fim pelo título, não tendo nada mais a provar na mesma”.
O piloto garante que vai à próxima prova
No entanto o piloto-edil garante que vai à próxima prova do CPM JC Group. “Vou à Rampa da Penha por duas razões.
A primeira é que se trata da prova que é disputada ‘à porta de casa’, e a segunda é que tendo ganho em Murça se justifica tentar lutar por nova vitória.
Depois se verá, porque o Renault Clio está à venda, e concretizarei negócio se tal se vier a revelar viável”, enfatiza.
Sobre a Rampa de Murça, Parcídio Summavielle destaca a importância da sua equipa, “pois apesar de não ser uma equipa nova, e ter grandes pergaminhos na montanha, foi a primeira vez que corri com eles.
Agradeço também o apoio de todos aqueles que sempre me têm acompanhado. Por isso o futuro está em aberto, e não será devido a eles que não continuarei no campeonato”.
O CPM JC Group terá a sua segunda prova da época nos dias 2 e 3 de abril.
Será a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto.

