Seleção quer ser protagonista na Volta a França do Futuro

França do Futuro

A equipa de Portugal vai participar na Volta a França do Futuro, entre 17 e 26 de agosto, alinhando com seis corredores e com a ambição de estar na luta pela geral e por algumas etapas.

André Ramalho (Jorbi/Team José Maria Nicolau), Ivo Oliveira, João Almeida, e Rui Oliveira (Hagens Berman Axeon), Marcelo Salvador (Sicasal/Constantinos/Delta Cafés) e Tiago Antunes (SEG Racing Academy) são os ciclistas escolhidos pelo selecionador nacional, José Poeira, para a corrida por etapas mais importante do calendário internacional de sub-23.

Tiago Antunes foi o melhor português na geral da Volta a França do Futuro em 2017.

Português
Tiago Antunes

É uma equipa equilibrada, com corredores capazes de estar com os melhores nas etapas de montanha, mas também com elementos prontos para se baterem pelas primeiras posições nos dias em que os sprinters tiverem oportunidades.
Além disso, completa-se com jovens que sabem cumprir a missão de trabalhar para o coletivo e que chegam a este momento da época com a frescura física necessária para enfrentar um desafio com a importância e a exigência da Volta a França do Futuro”, afirma José Poeira.

Volta a França do Futuro

A Volta a França do Futuro apresenta, ao longo das dez etapas, um percurso equilibrado, em que todos os perfis de ciclista poderão brilhar.

As primeiras jornadas adequam-se a roladores e sprinters, surgindo um contrarrelógio por equipas, na quarta etapa, que deverá começar a fazer uma triagem mais fina quanto à classificação geral.

João Almeida
João Almeida

O ordenamento definitivo de valores vai acontecer com as últimas quatro etapas, todas de alta montanha e com final em subida.

A corrida abre com uma ligação de 138,2 quilómetros entre Grand-Champ e Elven. Segue-se uma viagem de 144,2 quilómetros, ligando Drefféac a Châteaubriant. A terceira tirada começa em Le Lude e termina em Châteaudun.

Estas etapas são ao jeito de sprinters e roladores, embora seja necessária atenção máxima para prevenir cortes e perdas de tempo por má colocação.

Os finais têm perfis distintos. Se no primeiro dia a chegada é plana, nos outros dois será em plano ascendente, com 7,5 por cento de inclinação nos últimos 500 metros da terceira jornada.

A quarta etapa é o contrarrelógio por equipas, que terá 20,2 quilómetros e será disputado em redor de Orléans. Prevê-se uma jornada difícil para a Equipa Portugal, que terá de defender-se das formações mais dotadas de roladores possantes, que, neste tipo de exercícios completamente planos, levam vantagem sobre os portugueses.

[divide icon=”circle” width=”medium”]

Texto / Foto: UVP / FPC

Parceiros

Deixe uma resposta