VOLTA A FRANÇA DO FUTURO, PORTUGAL EM PROVA
Lucas Lopes - Foto: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo
A Seleção Nacional inicia este sábado a participação no Tour de l’Avenir, a prova por etapas mais importante do calendário internacional de sub-23, conhecida como a Volta a França do Futuro.
Entre 23 e 29 de agosto, Portugal terá seis representantes em competição, comandados por José Poeira:
Daniel Lima (Israel Premier Tech Academy), Daniel Moreira e Gonçalo Tavares (Hagens Berman Jayco), João Martins e Lucas Lopes (Rádio Popular-Paredes-Boavista) e Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Martinados-Mortágua).
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Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo
Volta a França do Futuro com as melhores seleções e os melhores corredores sub-23 do Mundo
“Partimos com uma nova geração, apesar de alguns já terem passado por esta experiência.
O objetivo principal passa por colocar estes jovens em contacto e dar-lhes oportunidades ao mais alto nível.
Estão aqui as melhores seleções e os melhores corredores sub-23 do Mundo”, começa por explicar José Poeira.
“É sempre um pelotão de grande nível e não é fácil conseguir bons resultados, porque esta prova é uma montra do ciclismo mundial e todos se querem mostrar.
No entanto, já provámos que conseguimos estar entre os melhores ao longo das nossas participações e partimos com ambição”, conclui o Selecionador Nacional.
Na última edição da prova francesa, Lucas Lopes, recém-coroado melhor jovem da Volta a Portugal, foi o melhor português, tendo terminado em 12.º na geral.
De resto, quatro dos seis convocados fizeram parte da lista de convocados de José Poeira em 2024 – Daniel Lima, Gonçalo Tavares, João Martins e Lucas Lopes.
Percurso está diferente em 2025
Em 2025, o percurso está diferente, num total de 891,7 quilómetros divididos por seis etapas, para além do prólogo inicial, sendo que a sexta e última etapa terá dois setores.
Tudo começa com um prólogo de três quilómetros em subida, em Tignes.
Seguindo-se quatro etapas acidentadas, nas quais os sprinters podem ter uma palavra a dizer caso consigam ultrapassar as subidas ao longo do percurso.
Nota de destaque para a chegada em subida na terceira etapa, que pode fazer a diferença.
As decisões começam a partir da quinta etapa.
Uma tirada de 121 quilómetros marcada pelas subidas ao Col des Saisies (13.1km, 6%) e ao Cormet de Roselend (20.3km, 6.2%).
Subidas que fizeram parte da 19.ª etapa da última Volta a França, antes da subida mais longa de toda a corrida:
Tignes 2100’s Promenade de Tovière (25.9km, 5.1%).
No último dia, apesar de ter apenas 42 quilómetros, o primeiro setor da sexta etapa também será duro, com subidas ao Col du Petit Saint-Bernard (13.2km, 5.6%) e ao Colle San Carlo (10.3km, 10%).
Tudo isto antes do contrarrelógio decisivo, à tarde: 10,3 quilómetros com inclinação média de 6,7%.
