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Rui Oliveira 12.º na primeira etapa da Volta a França

Rui Oliveira foi o melhor português na primeira etapa da Volta a França do Futuro, sendo o 12.º a cortar a meta, ao cabo dos 134 quilómetros, disputados em redor de Loudéac, numa jornada em que se impôs o campeão europeu de contrarrelógio, o dinamarquês Kasper Asgreen.

O dia foi de trabalho intenso para a Equipa Portuguesa, a primeira das seleções com ambição de disputar os primeiros lugares a perceber o perigo da fuga de 11 elementos, formada logo nos quilómetros iniciais da jornada.

Equipa portuguesa Jose Neves – Rui Oliveira – André Carvalho – Tiago Antunes – Hugo Nunes – Francisco Campos

Portugueses na luta aos fugitivos

O trabalho de José Neves, Hugo Nunes e André Carvalho foi fundamental para que a vantagem dos escapados parasse de subir, quando já se situava acima dos 4 minutos, e para que começasse a baixar.

Nos últimos 50 quilómetros, outras seleções assumiram a perseguição, permitindo que o grupo principal conseguisse aproximar-se da frente da corrida, minorando os estragos, pois só não conseguiu absorver um dos aventureiros da jornada, Kasper Asgreen.

O pelotão chegou 4 segundos depois do vencedor, encabeçado pelo norueguês Kristoffer Halvorsen e pelo italiano Imerio Cima, segundo e terceiro, respetivamente.

Rui Oliveira o melhor português

Rui Oliveira foi 12.º, Hugo Nunes 42.º, Tiago Antunes 53.º e Francisco Campos 125.º, todos com o mesmo tempo da cabeça do pelotão. José Neves e André Carvalho cederam 43 segundos para o vencedor, acabando em 127.º e 128.º, respetivamente. Na ausência de bonificações, os lugares na geral são os mesmos.

Rui Oliveira

Portugal está no 11.º lugar entre as 24 equipas participantes.

Os corredores foram avisados que, no primeiro dia de uma competição deste nível, é comum formarem-se fugas numerosas que podem comprometer a luta pela geral.
A indicação era para colocarmos alguém na frente, caso se desse uma movimentação desse tipo.
Formou-se um grupo com tais caraterísticas sem qualquer português, pelo que tivemos que dar o peito ao vento para corrigir a situação.
Além de proteger as ambições para a geral, queríamos, nesta etapa, colocar o Rui Oliveira em condições de bater-se pelos primeiros lugares”, descreve o selecionador nacional, José Poeira.

A etapa de amanhã

19 de agosto: 2.ª Etapa: Inzincaca-Lochrist – Bignan, 132,4 km (1634 metros de acumulado)

Uma etapa tirada quase a papel químico da jornada da véspera. O mais natural é uma chegada ao sprint, mas os pequenos topos poderão baralhar as contas. E, vimo-lo hoje, pode haver fugas surpreendentes.

Mais informação sobre a volta aqui.

Visualize aqui outro artigo sobre a Volta a França.

 

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