50.000 Euros para quem superar o Recorde em Lisboa
A nata do meio-fundo mundial volta a reunir-se em Lisboa, e os atletas voltam a habilitar-se ao bónus de 50.000 disponível para quem bater o actual recorde do mundo, na distância.
Antigos Vencedores voltam a competir em Lisboa
Um dos maiores sinais de alta dimensão de uma competição é a sua lista de participantes, especialmente quando voltam a competir nela, antigos vencedores que também são exponentes da modalidade.
Entre os grandes nomes destacam-se o olímpico Zersenay Tadese, que é campeão mundial e recordista mundial da meia maratona e Stephen Kiprotich, Campeão Olímpico da Maratona (em Londres 2012) e Campeão do mundo de maratona (em Moscovo 2013), Alice Nawowuna Aprot, Vice-campeã mundial de corta-mato (2017) 4ª 10.000m JO Rio 2016 e Gelete Burka, atleta Olímpica, vice-campeã mundial 10.000m.

Grandes expetativas para Zersenay TADESE de voltar a ser feliz em Lisboa
Já passaram oito anos, mas Zersenay Tade não deixou de ter ambição em colecionar títulos, e ainda no ano passado participou na tentativa de bater correr uma maratona abaixo de duas horas.
Por isso, quando um campeão e recordista mundial volta à meia maratona de Lisboa é porque reconhece nela condições para voltar a ser feliz como foi em Lisboa (2010) ao obter o recorde de mundial de 58m23s.
No feminino estão dois nomes promissores do Quénia.
Alice Aprot, Vice-campeã mundial de corta-mato no ano passado que prepara para uma estreia retumbante em Lisboa. Para além deste título a Queniana conta também com um quarto lugar nos 10.000 m dos Jogos Olímpicos do Rio 2016.
O outro nome é Gelete Burka (68.18), a vice-campeã mundial de 10.000 em 2015 que recentemente foi sexta numa das maratonas mais rápidas de sempre (Dubai), com a marca de 2h20m45s.
Uma maratona cheia de grandes tempos
Para além destes atletas existem uma vasta lista de grandes atletas, especialmente antigos vencedores que também são expoentes da modalidade.

Como será este ano
Jake Robertson foi o atleta do momento, este neozelandês, atleta não-africano, que na sua estreia da Meia Maratona de Lisboa em 2017 fez frente aos quenianos e conquistou o titulo, feito este que não era obtido por um atleta não africano desde 1998, conseguido por António Pinto com 59m43s.
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Texto: Miguel David
Fotos: Arquivo