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Ana Cabecinha marchadora estará nos 20 km marcha

Ana Cabecinha conheceu um ano de 2019 muito difícil, «ainda pior que 2018», com lesões e consequentes atrasos de preparação, «e o pior para nós, quando os resultados não saem». Contudo, as coisas acabaram por estabilizar e a atleta concentrou-se no plano para estes mundiais, e pensa que o treino está feito. «Embora isso não queira dizer tudo. Podemos ter feito todo o trabalho previsto, e depois no dia acontecer qualquer coisa e já não corre como o planeado», refere a atleta.

Ana Cabecinha “Parte da minha preparação foi feita em Coimbra”

Na sua preparação para os Campeonatos Mundiais de Atletismo, incluiu a Universidade de Coimbra, a tentar “recriar em laboratório” as condições extremas que vai enfrentar nos 20 km marcha de Doha, que pela amostra da maratona de ontem, será uma prova muito dura.

Ana Cabecinha
Ana Cabecinha

Parte da minha preparação foi feita em Coimbra, na universidade, com o professor Amândio Santos, a simular a temperatura e a humidade que íamos apanhar aqui. Já tinha feito este tipo de trabalho para o Rio 2016, desta vez fiz mais dias e tudo correu bem“.

Não conseguimos ter em Coimbra o calor e humidade que vamos ter aqui, nem lá perto, mas conseguimos tirar indicações para chegar aqui e diminuir um pouco este choque», afirmou a atleta que espera agora que “no dia da prova tudo corra bem e haja um pouco de sorte”.

A prova inicia-se às 23:30 horas de hoje domingo (menos duas horas em Lisboa), na Corniche de Doha.

Texto: Federação Portuguesa de Atletismo

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