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Flávio Pacheco é um desportista movido pela garra

Flávio Pacheco é um desportista movido pela garra. Apesar do acidente que sofreu, nem isso o demoveu da sua paixão pelo desporto. Antes do acidente, gostava de ir ao ginásio, de jogar futebol e de fazer atletismo.

Flávio Pacheco “ Há sempre alguém pior do que nós ”

Até que um dia, um amigo paraciclista o convenceu a praticar esse desporto. Mas para Flávio Pacheco, o paraciclismo “significa muito mais do que um mero hobby, para mim encaro como uma profissão, pois dedico-me a “200%”,para ser cada vez melhor e chegar o mais longe possível.

Já realizou bastantes provas, tanto a nível nacional como a nível internacional sempre com o apoio incondicional da sua família, que só o fazem sentir mais motivado.

O Praticante entrevistou o atleta para ficar a conhecer melhor a sua história e perceber a importância do paraciclismo na sua vida.

O Praticante – O que o levou a praticar paraciclismo?

Flávio Pacheco – Sempre pratiquei desporto, antes do acidente já praticava ginásio, futebol e atletismo, depois do acidente apenas me dediquei ao ginásio porque as minhas limitações não davam para mais. Foi então que o meu amigo Luís Costa também Paraciclista começou a falar comigo, e após algum tempo convenceu-me a praticar este desporto…

O Praticante – Quando iniciou este desporto?

Flávio Pacheco – Adquiri a handbike em finais de 2014 mas oficialmente comecei a praticar este desporto como federado no início da época de 2015.

Há sempre alguém pior do que nós, e haverá sempre um desporto adequado as nossas limitações

O Praticante – Conte-nos de que forma a sua família o apoia neste desporto.

Flávio Pacheco – A minha família: pai, mãe, irmão e filhos apoiam-me e incentivam-me a 100%. Sabem que é difícil, praticamente tenho de abdicar de tudo para estar ao mais alto nível. São muitas horas diárias, 7 a 8 treinos por semana e muitos kms anuais cerca de 20000km, e muito tempo ausente de casa devido a provas, mas é muito importante para mim o apoio deles, pois são a minha fonte de inspiração.

Já a minha cara-metade, também posso dizer que me apoia, mas à maneira dela, pois dá-me apoio mas ao mesmo tempo reclama de não conseguir estar mais tempo com ela e os nossos filhos…

O Praticante – Que conselhos dá a outras pessoas que se sentem acomodadas e não querem praticar desporto?

Flávio Pacheco – Os concelhos que dou a pessoas que estejam acomodadas e que pensam que um azar na vida foi o fim, para levantarem a cabeça e pensarem que há sempre alguém pior do que nós, e haverá sempre um desporto adequado as nossas limitações, por isso não fiquem em casa, façam desporto, quer seja por lazer ou competição…

Texto: Daniela Rebouta
Fotos: Cedidas pelo Flávio Pacheco

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