Grande Prémio de Natal em constante evolução
Alguns dos atletas que irão participar, marcaram presença
O EDP Grande Prémio de Natal vai para a sua 61ª edição! Prova muito antiga, mas sempre renovada e acarinhada, esta competição projetada em 1946 apresenta-se à cidade de Lisboa como a primeira grande mostra competitiva dos seus melhores clubes.
De facto, são já seis décadas de história do Grande Prémio de Natal , em que nas primeiras três, as equipas do Sport Lisboa e Benfica e do Sporting Clube de Portugal dividiram entre si os títulos individuais, à exceção da quarta edição que conheceu o triunfo de atleta do Clube de Futebol “Os Belenenses”.

Fernando Couto primeiro vencedor da prova não representando o Sporting ou Benfica
Apenas na 34ª edição do Grande Prémio de Natal , já em 1991, surgiu o primeiro vencedor de um clube fora dos dois grandes (e da exceção de Belém): Fernando Couto, do Maratona Clube de Portugal.
Clube que, curiosamente, agora organiza esta prova, que nos últimos anos “reciclou” a rivalidade em títulos de Benfica e Sporting, para além de ter transformado a prova numa grande festa popular, com os recordes de participação a serem superados todos os anos.

Destaque para a presença do vencedor de 2017
A edição deste ano do Grande Prémio de Natal conta com as presenças do vencedor de 2017, Hélder Santos, do Sporting, devidamente acompanhado pelos seus colegas de equipa internacionais, Hugo Correia, José Moreira e Paulo Pinheiro, entre outros.
Presença assegurada nesta prova, a do recente consagrado campeão de Portugal de Maratona, José Sousa, do Casaense – Escola A. Coimbra, e ainda de Hermano Ferreira, vencedor da prova em 2012 e segundo em 2016, Eduardo Mbengani, os triatletas olímpicos, João Pereira, João Silva, Miguel Arraiolos, e outros nomes bem conhecidos do meio-fundo português, como Ricardo Ribas.
Uma nota especial para as presenças de Paulo Guerra, um especialista em corta-mato, como o atestam a medalha de bronze nos mundiais, até aos quatro títulos europeus, e Rui Silva, medalhado olímpico e campeão mundial, vencedor em duas edições da prova, que irão participar, simbolicamente.

Dulce Félix marca presença com objectivo de repetir vitória de 2016
Em termos femininos, destaque para a presença de Dulce Félix, vencedora em 2016, que terá pela frente várias atletas de boa valia, como Doroteia Peixoto (Amigos da Montanha) ou Ana Ferreira, do Sporting, vencedora em 2012. Nota ainda para a presença da atleta olímpica do triatlo, a benfiquista Melanie Santos.

61ª edição conta já mais de 3.000 inscritos
Mas, para maior competitividade e projeção internacional, a prova contará com a presença de quatro atletas quenianos, dois masculinos – Daniel Kipchirchir Komen, vice-campeão mundial de pista coberta de 1500 m (2006 e 2008) e Ladan Wanjiku, segundo na Meia Maratona de Toulouse -, e dois femininos – Mercyline Jeronoh, vencedora da meia maratona de Vannes 2018 e segunda na maratona de Toulouse 2018 e Naomi Vaati Ndolo, segunda nos 10 km de Brunssum 2018.

Donativos de um euro
Um euro por inscrição reverte a favor da Fundação Portuguesa de Cardiologia
Nas últimas edições 1 euro por inscrição tem revertido a favor de uma instituição de solidariedade. E este ano não é exceção.
Por decisão da EDP e do Maratona Clube de Portugal, a instituição escolhida este ano para receber os donativos foi a Fundação Portuguesa de Cardiologia.

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Texto / Fotos: Maratona Clube de Portugal