IURI LEITÃO É A GRANDE NOVIDADE DA VOLTA A PORTUGAL
Iuri Leitão - Foto: Caja Rural/ Seguros RGA
A presença de Iuri Leitão (Caja Rural/ Seguros RGA), Campeão Olímpico de Pista em Paris, é a grande novidade da 86ª Volta a Portugal Continente.
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O inicio da “pedalada” de partida será dada na Maia, com num Prólogo com 3,4 quilómetros pelas ruas da cidade, um dos mais curtos da última década.
A par da presença do corredor de Viana do Castelo, Iuri Leitão, a grande ausência é a Maurício Moreira (Efapel Cycling), vencedor da “Portuguesa” de 2022.
A sua equipa anunciado que o corredor uruguaio não se encontre no melhor momento de forma.
As emoções e o incentivo aos campeões, vai ser vivido entre 6 e 17 de agosto, desde a Maia, Capital de Gonçalo Mendes da Maia “O Lidador”, a Lisboa, com final na Praça do Império.
Um dia de descanso em Viseu, tendo como objetivo a promoção da magia da festa do ciclismo, ao longo das estradas lusas, cruzando aldeias, vilas e cidades.
Estão presentes à partida 16 equipas, sendo 9 portuguesas, 2 espanholas, 2 americanas, 1 australiana, 1 mexicana e 1 israelita, com um total de 111 corredores em sua representação.
Destaque para Artem Nych (Anicolor/ Tien 21), vencedor da edição do ano passado, que vai envergar o dorsal 1 da 86ª Volta a Portugal, de 2025.
“vamos ver se consigo suceder a mim próprio com nova vitória…” Artem Nych
Artem Nych (Anicolor/ Tien 21): “vamos ver se consigo suceder a mim próprio com nova vitória, sem a presença de Moreira é mais fácil.
O principal adversário é o colombiano do Tavira, Peña está muito forte na montanha”.
A 86ª Volta a Portugal é composta por 1581 quilómetros de percurso, divididos por 1 prólogo, 9 etapas em linha e 1 contrarrelógio individual, com 28 contagens de montanha:
1 de categoria Especial (Torre),
4 de 1ª categoria (duas em final de etapa na Senhora da Graça/Mondim de Basto e Alto de Montejunto),
7 de 2ª categoria;
11 de 3ª categoria;
e 5 de 4ª categoria, com 27 metas volantes, três por etapa em linha, com bonificações, tal como nas chegadas.
Partida de Ferreira do Zêzere, estreia absoluta na prova
As chegadas ao Santuário do Sameiro, em Braga, e no Alto de Montejunto, no Cadaval, que regressa 42 anos depois à “Portuguesa”.
Coincidem com contagens de montanha e a partida de Ferreira do Zêzere, estreia absoluta na prova, são as grandes novidades desta edição.
Nos finais das etapas de Braga, Fafe, Bragança e Viseu, haverá uma primeira passagem pela linha da meta, o que permitirá à caravana fazer o “reconhecimento” dessas chegadas.
Etapas decisivas ou marcantes da Volta:
As chegadas Santuário do Sameiro, (1ª etapa), Senhora da Graça (4ª etapa), Guarda (6ª etapa), Torre (7ª etapa), e Montejunto (9ª etapa);
e o contrarrelógio final em Lisboa, são marcantes na discussão da Camisola Amarela Continente.
Joaquim Gomes (Diretor da Organização): “O Santuário do Sameiro pode provocar logo surpresas no primeiro dia, numa volta com cinco etapas com final em montanha.
O calor ? Não será tanto como aquele que vivemos em 2018, quando saímos de Beja, com 46 graus, e terminámos em Portalegre, com 48 graus.
Quanto aos incêndios temos uma grande coordenação com as autoridades de Proteção Civil e acreditamos que se a Senhora da Graça fosse hoje, tínhamos alternativa, ainda que com grande dificuldade”.
Prólogo (6 de agosto)
Maia-Maia- 3,4 kms
Partida do 1º corredor: 15h56
Partida último corredor: 17h25



