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Roland Garros 2020 o último torneio de ‘Grand Slam’

Este ano o Roland Garros 2020 conta com iluminação artificial e um estádio com teto amovível pela primeira vez. Está prevista a presença de público nas bancadas de forma limitada.

De 21 de setembro a 11 de outubro realiza-se a 124.ª edição Open de França, o último torneio de ‘Grand Slam’ da temporada, e um dos mais importantes do calendário mundial de ténis.

Ao longo de três semanas, os fãs da modalidade vão poder desfrutar de muita ação a partir dos ‘courts’ de terra batida de Roland Garros, em Paris, em direto no Eurosport.

Na primeira semana, entre 21 a 25 de setembro, acompanhe a luta dos tenistas menos cotados do ‘ranking’ por um lugar no torneio nas rondas de qualificação.

De 27 de setembro a 11 de outubro joga-se o quadro principal onde ficaremos a conhecer os novos campeões da terra batida francesa.

Roland Garros o último torneio de ‘Grand Slam’ da temporada a não perder

Jogado pela primeira vez em 1891, Roland Garros é um dos quatro torneios de ‘Grand Slam’.

Este ano, devido à pandemia de COVID-19, o torneio joga-se em setembro em vez de maio, ao contrário do que é habitual. Será o último da temporada.

Quem irá erguer a Taça dos Mosqueteiros?

Será novamente Rafael Nadal?

E quem irá levar para a casa a Taça Suzanne Lenglen este ano em que Ashleigh Barty, a campeã em título, renunciou a defesa do título?

Na época passada, o espanhol Rafael Nadal sagrou-se novamente campeão em Roland Garros pela 12.ª vez na carreira, enquanto nas senhoras, a australiana Ashleigh Barty conquistou o seu primeiro título de ‘Grand Slam’ da carreira.

No histórico de campeões individuais, Rafael Nadal é o ‘Rei da Terra Batida’ e surge no topo da lista com uns impressionantes 12 títulos, conquistados entre 2005 e 2019.

Nas senhoras, a australiana Chris Evert com sete títulos conquistados, entre 1974 e 1986, permanece de ‘pedra e cal’ no topo da lista.

Pela primeira vez os ‘courts’ de Paris contam com iluminação

Este ano, pela primeira vez os ‘courts’ de Paris contam com iluminação, que vão impedir, ao contrário do que sempre aconteceu, a interrupção dos encontros por falta de luz natural.

A chuva não será mais causa de interrupções em Roland Garros graças à construção do novo teto amovível no Estádio Philippe Chatrier.

O público deverá marcar presença nas bancadas dos estádios de Roland Garros, estando a lotação limitada entre 50% e 60%, ou seja, cerca de 20.000 pessoas vão poder assistir aos encontros das primeiras rondas, enquanto o número para as finais será limitado a 10.000.

Para além das grandes estrelas mundiais do ténis, Roland Garros conta ainda com presença de jogadores portugueses.

João Sousa, o número 1 nacional, é o único com entrada direta no torneio, algo exclusivo para os primeiros 100 do ‘ranking’ mundial.

Pedro Sousa, João Domingues e Frederico Ferreira Silva vão restantes portugueses que marcam presença no torneio na ronda de qualificação.

Factos, curiosidades e números

Roland Garros

O torneio de ‘Grand Slam’ recebe o seu nome em homenagem ao aviador francês Eugène Adrian Roland George Garros que combateu na Primeira Guerra Mundial.

Foi uma condição imposta pelo Estado gaulês, que doou o terreno de alargamento do complexo de ténis, tendo em vista o confronto da Taça Davis contra os EUA, em 1928.

O encarregado do projeto foi Émile Lesieur, amigo de Roland Garros, que tinha lutado também na guerra.

Roland
Taça dos Mosqueteiros

Taça dos Mosqueteiros

Nome do troféu entregue ao vencedor do torneio masculino. Mede mais de 20 cm e pesa mais de 10 kg.

O nome é uma homenagem às quatro lendas do ténis francês: Jean Borotra, Henri Cochet, René Lacoste e Jacquies Brugnon.

Foi esta equipa composta pelos Quatro Mosqueteiros que venceu a Taça Davis em 1927. Juntos somam 10 torneios de Roland Garros.

As estátuas destes quatro ídolos nacionais do ténis encontram-se no recinto do torneio em Paris.

Estádios com nomes históricos

Philippe Chatrier e Suzanne Lenglen são os nomes dos dois estádios principais em Roland Garros.

Em 2001, um ano após a morte de Chatrier, o dirigente e antigo presidente da Federação Francesa de Ténis e da Federação Internacional, foi homenageado com o ‘naming’ do maior estádio do recinto.

O segundo maior estádio do complexo de Paris, recebe o seu nome em homenagem à lendária tenista Suzanne Lenglen, conhecida como A Divina, que conquistou seis torneios de Roland Garros (e outros seis em Wimbledon), na década de 1920. Dá ainda o seu nome ao troféu feminino.

O Grand Slam da terra batida pro excelência

Roland Garros é o único dos quatro torneios de ‘Grand Slam’ discutido em terra batida.

O tom alaranjado do pó de tijolo que cobre os ‘courts’ do recinto parisiense faz dele também o torneio com a superfície de jogo mais lenta.

Por haver mais tempo de reação, a troca de bolas costuma ser maior, os jogadores precisam de ter maior resistência física e psicológica, agressividade e paciência para conseguirem os pontos.

6h33 – Em 2004, os franceses Fabrice Santoro e Arnaud Clément protagonizaram aquele que ficou para a história como o encontro mais longo de Roland Garros, umas impressionantes 6 horas e 33 minutos.

Aconteceu na primeira ronda do torneio e terminou com a vitória de Santoro com parciais de 6-4, 6-3, 6-7 (5), 3-6, 16-14.

Rei da terra batida – Não há ninguém na história de Roland Garros como Rafael Nadal.

O espanhol conquistou o torneio de ‘Grand Slam’ francês umas impressionantes 12 vezes, o que lhe valeu justamente a designação de Rei da Terra Batida.

Chris Evert – Não há Rei sem Rainha e Chris Evert é a tenista que mais vezes ganhou em Roland Garros. Entre 1974 e 1986, a norte-americana triunfou em sete ocasiões.

1983 – Foi o ano em que assistimos à última vitória de um tenista francês em Roland Garros.

Yannick Noa foi o grande vencedor após bater o sueco Mats Wilander com parciais de 6-2, 7-5 e 7-6.

Desde então muitos outros franceses tentaram, mas não tiveram êxito em erguer a Taça dos Mosqueteiros.

Roland
Michael Chang – Foto: Pierre Gleizes

Michael Chang o mais jovem de sempre conquistar o Roland Garros

17 anos e 3 meses – Idade com que Michael Chang venceu Roland Garros em 1989.

Ao bater Stefan Edberg, número 3 mundial e vencedor de três títulos de ‘Grand Slam’, Chang entrou para a história como o mais jovem de sempre conquistar o torneio francês.

16 anos e 6 meses Monica Seles tornou-se na campeã de Roland Garros mais jovem de sempre, quando em 1990, com apenas 16 anos, derrotou Steffi Graf.

Seria o primeiro de nove torneios de ‘Grand Slam’ que a sérvia naturalizada americana conquistaria ao longo da sua carreira.

Viria ainda a conquistar as edições de 1991 e 1992 de Roland Garros.

Os mais veteranos – Andrés Gimeno (34 anos e 10 meses) em 1972 e Serena Williams (33 anos e 9 meses) em 2015 foram os tenistas mais velhos de sempre a conquistarem Roland Garros.

66.000 – Número aproximado de bolas que são utilizadas durante as três semanas de duelos em Roland Garros.

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