TransCastelos Arrábida … Não se explica … Sente-se

TransCastelos Arrábida

No passado domingo dia 21 de outubro, realizou-se em pleno Parque Natural da Arrábida, um passeio de BTT sem caráter competitivo, o TransCastelos Arrábida 2018.

A Serra da Arrábida, com todo o seu encanto e vistas deslumbrantes encantou os 32 participantes, que responderam ao convite do Paulo Monteiro o “obreiro” do percurso e entraram no espirito do desafio proposto.

TransCastelos - Arrábida
Foto: Paulo Monteiro

TransCastelos Arrábida

O percurso, teve início e fim na pacata Vila Nogueira de Azeitão, tendo como ponto de encontro a bonita Fonte dos Pasmados e foi todo ele guiado por GPS ao longo de 99 km e mais de 2700 de desnível positivo encontrando-se muito bem sinalizado no track fornecido onde constavam todos os perigos mais relevantes, bem como pontos de água e alimentação.

De referir que cada um dos que se propuseram ao desafio adaptava o seu ritmo de acordo com as suas capacidades e foram-se formando alguns grupos, uns mais rápidos, outros menos rápidos, mas o espírito esse era sempre o mesmo… terminar o desafio.

Foto: Paulo Monteiro

Após as primeiras chuvas de outono, os aromas da flora deste Parque Natural intensificam-se exponencialmente, o cheiro da terra húmida é algo quase indescritível, só mesmo quem visita a “Serra Mãe” conhece esta sensação.

Desta forma, os trilhos do TransCastelos Arrábida ficaram mesmo “no ponto”, os single-tracks estavam fantásticos as subidas mais exigentes foram ultrapassadas de forma exemplar.

Neste percurso, o Paulo teve o cuidado e mestria de dar a conhecer e proporcionar a todos os diferentes tipos de terrenos existentes na Serra da Arrábida, fossem eles de areia, single tracks técnicos e menos técnicos, rock garden… uma panóplia de que levou todos a elogiar o percurso.

A passagem pelos Castelos de Palmela, Sesimbra, e Pousada de São Filipe dignificaram ainda mais este passeio, sendo estes mesmo os ex libris do passeio e onde se propôs a todos que captassem o momento com fotos, e no caso de publicação no FaceBook identificassem com #transcastelos2018 e assim todos acederiam às fotos.

Foto: Paulo Monteiro

Os pontos altos do trajeto, o topo da serra de São Luís e a Serra do Risco mais propriamente na pedreira de Sesimbra, com as suas deslumbrantes “varandas” para o oceano, proporcionam vistas absolutamente extasiantes às quais os participantes não ficaram indiferentes.

No final do percurso e com o sentimento de “dever” cumprido, os participantes demonstram estarem muito satisfeitos e terem adorado o “parte pernas”, e que apesar do cansaço manifestaram uma enorme vontade que este seja um evento a manter.

Foto: Paulo Monteiro

De referir que embora o desafio não tivesse qualquer cariz competitivo, mas sim de um grupo de amigos que se juntou, foi a meio do percurso feito um abastecimento que contou com o apoio da BikePlanet e onde a animação foi uma constante e as calorias também…

Até breve…No TransCastelos2019

Texto: Paulo Monteiro / Ricardo Miguel

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