A paixão de Luís Fernandes pelo Ciclismo
Luís Fernandes - Foto: Pedro Vidinha
Luís Fernandes iniciou-se no ciclismo em 2000. Até se tornar profissional, foi juvenil cadete e júnior, no Clube de Ciclismo da Aldeia de Paio Pires.
Luís Fernandes de Paio Pires até Louletano, uma longa viagem
Depois, embarcou numa nova aventura – foi para o Águias de Alpiarça. O seu primeiro ano de Sub 23. Parando depois alguns anos.
Em 2011 voltou a correr em Pombal, numa equipa chefiada por Fernando Mota, um antigo ciclista português.
Em 2012 muda-se para a OFM – Quinta da Lixa – onde subiu a profissional. Em 2016 e 2017, o atleta acabou por passar pelo Sporting Tavira.
Já este ano, juntou-se à equipa – Ludofoods Louletano Aviludo, onde irá permanecer em 2019 “Foi o melhor que me podia ter acontecido mudar de equipa me fez bem.
Sinto-me em casa, somos como uma família!
O Jorge Piedade é uma excelente pessoa (…) sinto que posso ter o click na minha carreia que há muito tempo procuro!”
Actualmente iniciou-se também no BTT, tendo participado no BTT Lama Solta onde confraternizou com os (as) anjos e em Terras de Toiro, em representação do projecto de OPraticante.pt

O Praticante entrevistou Luís Fernandes de modo a perceber a paixão que o ciclista tem por este desporto.
– Porquê o ciclismo e não outro desporto?
Para dizer a verdade porque nunca tive muita habilidade para o futebol.
– Qual a importância que andar de bicicleta tem na sua vida?
Faço o que gosto e acho que isso diz tudo. Posso dar-me ao luxo de trabalhar no ramo que sou apaixonado.
– Como costumam ser os seus resultados?
Normalmente são sempre positivos temos dias maus mas são mais os dias bons.
Tenho uma geral na volta a Portugal do Futuro, em 2012, rei da montanha. Mas para mim uma vitória é sempre uma vitória (…) no circuito da Malveira no ano de 2015. Mas o que me dá mais orgulho é as 2 chegadas ao alto na volta a Portugal deste ano, um 9 na torre, um 8 na senhora da Graça e o 11 a geral da mesma.

– A melhor e a pior experiência por qual já passou no mundo do ciclismo.
A melhor experiência foi o tour do Rio no Brasil e um Ciclismo diferente foi uma corrida que deu muito orgulho fazer.
O pior foi uma queda onde parti a mão num treino pós competição e onde fui operado e tive 2 meses sem poder andar de bicicleta.
– Expectativas para 2019.
Este ano que vem de 2019 as expectativas estão altas. Passa por tentar ser campeão nacional e levar a equipa a ganhar a volta a Portugal. E quem sabe mais alguma etapa (…) Era ouro sobre azul.
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Texto: Daniela Rebouta
Fotos: Cedidas pelo Luís Fernandes e de arquivo