Patrícia Mamona e Carlos Nascimento no topo das atenções
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Após os excelentes resultados verificados ontem, o dia competitivo de hoje, promete com Patrícia Mamona e Carlos Nascimento no topo das atenções
Os Campeonatos Europeus em Pista Coberta, no que concerne à participação portuguesa, restringe-se à jornada matinal, com as qualificações dos 60 metros masculinos, 3000 metros também masculinos e triplo-salto feminino.
Texto: Federação Portuguesa de Atletismo
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Carlos Nascimento nos 60 metros com possibilidade de apuramento
Logo a abrir terá lugar a prova de 60 metros, com 9 séries de qualificação.
Apuram-se para as meias-finais (a partir das 12h50) os dois primeiros classificados e os seis tempos mais rápidos entre todos os não apurados diretamente.
Carlos Nascimento (6,63 segundos como melhor registo) é o representante português.
Participa na quarta eliminatória (9h39), na qual também alinha o suíço (que também tem nacionalidade portuguesa) William Reais (6,66s como melhor marca).
A possibilidade de apuramento para as meias-finais por parte do atleta treinado por José Silva é bem real, tal como sucedeu há dois anos em Glasgow.
A prova de 60 metros tem a sua final marcada ainda para sábado, a fechar o programa, às 19h58.
3000 metros, Samuel Barata e Isaac Nader os representantes lusos
Também os 3000 metros masculinos terão as suas meias-finais na jornada matinal, a partir das 10h25.
Alinharão nesta distância os portugueses Samuel Barata e Isaac Nader, ambos com recordes pessoais recentes, conseguidos nos Campeonatos de Portugal em Pista Coberta, disputados em Leiria.
O melhor português do ano é mesmo Isaac Nader, com 7.57,45 minutos.
Nader, que não foi feliz nestes Campeonatos nos 1500 metros, tem aqui mais uma oportunidade para chegar a uma final.
Não será fácil, pois apuram-se os três primeiros de cada meia-final e os três melhores tempos no total dos não apurados.
Samuel Barata estará noutra das meias-finais.
Com recorde pessoal de 7.57,63 minutos, o português que se tem evidenciado em distâncias mais longas, tem aqui uma oportunidade ímpar para testar a sua capacidade competitiva com as alterações de ritmo habituais em provas desta natureza, muito mais táticas do que rápidas.
A final está marcada para domingo.
Patrícia Mamona com a terceira melhor marca do ano
Finalmente, o triplo-salto feminino. Patrícia Mamona, com 14,21 metros, tem a terceira melhor marca do ano (a par da espanhola Ana Peleteiro).
Conta com a sua vasta experiência para conseguir a qualificação para a final, que exige saltar acima de 14,10 metros ou ficar entre as oito primeiras.
Até estes campeonatos, apenas sete atletas passaram os 14 metros e a líder anual é a grega Paraskevi Papahristou (14,60 metros).
A portuguesa, treinada por José Uva, vice-campeã europeia em 2017, precisou de 14,28 metros para passar à final em Glasgow, mas os seus 14,43 metros de então não chegaram para o pódio (4.ª classificada).
A prova deste ano é uma incógnita…



