QUALIFICAÇÃO, ESTREIA DAS CORRIDAS SPRINT E MUDANÇAS NA SEGURANÇA MARCAM GP PORTUGAL
Francesco Bagnaia
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A qualificação e a primeira corrida sprint, uma novidade da nova temporada, marcam hoje o segundo dia do GP Portugal, prova inaugural do Mundial de motociclismo de velocidade.
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MIGUEL OLIVEIRA FALHA ACESSO À Q2
Fonte: Lusa
Miguel Oliveira vai disputar a primeira ronda de qualificação
O português Miguel Oliveira (Aprilia) foi apenas 19.º no conjunto dos dois treinos livres de sexta-feira e ficou fora da segunda ronda de qualificação (Q2), destinada aos 10 primeiros, e vai ter de disputar a primeira ronda, marcada para as 10:50, já depois de as três categorias terem feito os últimos treinos livres.
Na primeira ronda de qualificação, apenas os dois primeiros vão conseguir acesso à Q2, que decorre às 11:15 e vai definir as quatro primeiras linhas da grelha de partida para as duas corridas do fim de semana.
Já depois das qualificações de Moto3 e Moto2, corre-se a primeira corrida sprint do campeonato, que vai acontecer nos sábados nos 21 grande prémios da temporada, com 12 voltas e pontos para os nove primeiros classificados.
O GP Portugal, no Autódromo Internacional do Algarve, termina no domingo, com as corridas principais das três categorias.
Bagnaia pede mudanças na segurança do circuito do MotoGP / GP Portugal
O italiano Francesco Bagnaia (Ducati), campeão do mundo, pediu ontem mudanças na segurança do Autódromo Internacional do Algarve, palco do GP Portugal, prova de abertura do Mundial de motociclismo de velocidade.
Um acidente com o espanhol Pol Espargaró (GasGas), que sofreu traumatismos no peito e nas costas, obrigou a uma bandeira vermelha, algo que Bagnaia acredita que podia ter sido evitado.
“Sem esta gravilha não era uma bandeira vermelha. Era um acidente forte, mas não era bandeira vermelha.
Quando o Pol chegou à gravilha começou a acelerar. Penso que as barreiras de ar são mais pequenas ou nem sequer estavam lá”, referiu.
Segundo Bagnaia, “há quatro anos” que os pilotos estão “a pedir para melhorar as condições da pista”, sobretudo da gravilha, mas “nada mudou”.
“Com os acidentes que houve já percebíamos que havia um problema.
Mais uma vez, não podemos melhorar assim. Houve tempo para mudar. É uma situação para falar na comissão de segurança”, referiu.
Para o italiano, é obrigatório melhorar para o próximo ano, mas defende que ainda poderão ser colocadas mais barreiras para o resto do fim de semana.
A prova de abertura do mundial decorre este fim de semana no Autódromo Internacional do Algarve.

