BTT/XCO D.Paio Peres Correia, técnico, duro mas divertido.

BTT/XCO

O 6º Circuito de BTT/XCO D. Paio Peres Correia evento que era para se realizar no dia 03 de março de 2018 (sábado), com inicio pelas 14:30, prova a contar para a Taça Regional da Associação de Ciclismo do Distrito de Setúbal, realizou-se no dia 12 de maio, por motivos da intempérie que se fez sentir na altura da sua primeira data para que foi agendada.

BTT/XCO D. Paio Peres Correia adivinha-se um percurso duro

Participaram as diversas categorias: Juvenis, Cadetes, Juniores, Sub23, Elites e Masters (Masculinos e Femininos), e também uma prova aberta (Promoção), aos praticantes desta modalidade a partir dos 13 anos que não estejam federados na vertente competição e que queiram participar.

Aproveitando esta oportunidade, de prova aberta (Promoção), a formação amadora OPraticante.pt / SFOA Cycle Team, uma equipa do Concelho, mais propriamente da Freguesia de Amora, marcou presença com 6 atletas e 3 elementos de Staff para o seu apoio, sendo um deles o fotografo Luís Freire para registar os momentos da prova.

A organização do evento esperava a presença de alguns participantes amadores do concelho e distrito na prova aberta (Promoção).

E eles marcaram presença!

A prova realizou-se num excelente local rural para a prática do BTT, situado em terrenos de domínio da antiga Siderurgia Nacional, em Aldeia de Paio Pires. No ponto mais alto a vista sobre a Cidade do Barreiro é magnífica e até no percurso os atletas tinham o contacto com alguns cavalos que por ali habitualmente aproveitam a pastagem verdejante.

Um percurso com cerca de 5kms, os atletas demonstraram toda a sua garra para tentar chegar aos lugares de pódio, mas não só de garra necessitaram, pois um trajeto sinuoso e com algumas dificuldades estava desenhado para testar as capacidades dos atletas tanto físicas como psicológicas.

Os Atletas inscritos poderiam fazer um treino livre, assim desta forma a organização permite que se faça um reconhecimento do mesmo e se verifique onde o atleta irá encontrar as suas dificuldades e zonas de perigo.

Salta-se da Byke e toca a correr

A maior dificuldade do percurso, pelo menos identificada pela maioria dos atletas seriam duas curtas subidas, devido a uma fraca aderência mas que os atletas facilmente resolveram, “salta-se da Byke e toca a correr!” era a frase de alguém mais experiente nestas andanças.

A passagem pelas ruinas da antiga fábrica de conservas era o ponto mais rápido e utilizado para ultrapassagens e dobragens.

Um dos pontos mais preocupantes era a entrada para um single track com lombas, pois estava desenhado uma curva com apoio lateral, os atletas tinham que entrar bem a direito, pois corriam o risco de a roda frontal da bicicleta escorregar como aconteceu com o atleta Ivo Fernandes da equipa OPraticante.pt/SFOA Cycle Team.

Segundo testemunho do mesmo: “É uma zona rápida, entrei mal na lomba, a roda da frente escorregou na parede da curva e não consegui controlar e fui ao chão, mas nada de grave só uns riscos na pele, cicatrizes de guerra!” afirmou Ivo Fernandes com um sorriso.

Trajeto muito bem marcado, pensado, desenhado, apoio durante o mesmo nas zonas mais críticas de elementos da organização.
Deixando aqui um enorme agradecimento a organização por mais um evento a cativar todos que gostam desta modalidade e vertente, bem como é de louvar a participação de todos os corajosos que nele participaram.

No final foram entregues os prémios aos 3 classificados das 10 categorias em competição, mas o que interessou foi o convívio social entre todos, rivalidades saudáveis e até com algumas brincadeiras a mistura.

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Texto: Rui Bastos
Fotos: Luís Freire

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