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Europeu de Montreux com doze portugueses

Atletas nacionais competem nos Campeonatos da Europa de Montreux entre os dias 5 e 8 de Junho

A Seleção Nacional de esgrima, composta por doze atletas distribuídos pelas disciplinas de espada, florete e sabre, está de partida para a Suiça, para disputar os Campeonatos da Europa de Montreux.

“Os melhores praticantes portugueses vão estar em Montreux, na Suíça, para participarem no Campeonato da Europa de Esgrima. Como todos sabemos, trata-se de uma competição de elevadíssima qualidade, em que não há adversários fáceis e na qual os esgrimistas nacionais vão ter de provar a sua capacidade para atingirem as classificações que todos desejamos”, sublinha o Presidente da Federação Portuguesa de Esgrima, Frederico Valarinho.

Os primeiros a entrar em ação, no dia 5 de junho, são os atletas que vão competir na arma de florete: Gael Santos, Álvaro Noite, Pedro Macedo e Diogo Teixeira, sendo que a fase final da competição terá lugar no dia seguinte.

No dia 6 de junho é a vez das espadistas Inês Hermínio e Fabiana Bonito entrarem em pista, estando a competição masculina da arma de espada agendada para o dia 7 de junho, com a participação do olímpico Joaquim Videira, Pedro Arede, João Cordeiro e Max Rod.

O último dia de participação lusa contará com a presença da atleta olímpica de florete, Débora Nogueira, e com o sabrista José Pedro.

Acerca da participação da comitiva portuguesa no Europeu de Montreux, Frederico Valarinho acrescentou ainda:

“Este ano, os Europeus vão revestir-se, para os atletas lusitanos, de redobrada importância. É que, a menos de um ano da decisão sobre a qualificação olímpica, esta competição vai ter uma palavra importante a dizer sobre quais os representantes em que a Federação Portuguesa de Esgrima vai apostar para tentar garantir a presença nos Jogos do Rio de Janeiro. Mais do que medirem forças com os melhores atiradores de um continente em que estão a maior parte das grandes potências da modalidade, os portugueses têm, também, de se ultrapassar a si próprios, de dar mostras de uma capacidade competitiva e de uma estabilidade emocional cruciais para atingirem o seu desiderato. “

“Tendo optado, por motivos de gestão financeira, por não nomear qualquer dirigente federativo para acompanhar a comitiva nacional, a FPE apoiará à distância os seus atletas, com a certeza de que todos, sem excepção, darão o melhor de si para honrar a esgrima portuguesa”, concluiu.

Texto e foto de: F.P.Esgrima

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