Flèche Wallonne, Anna Van com sete vitórias consecutivas

Flèche Wallonne

Anna Van der Breggen

Foi uma sensação estranha estar aqui pela última vez, diz Anna Van, a campeã mundial que conquistou pela sétima vez o título consecutivo da Flèche Wallonne, no seu último ano a competir antes de se reformar no final da época de 2021.

Texto: José Morais – Noticias do Pedal
Foto: Getty Images

Sétima vez consecutiva que Anna Van vence a Flèche Wallonne

Apesar de ainda estar no auge dos seus poderes, a holandesa está a aproximar-se rapidamente do final da sua brilhante carreira

A ciclista de 31 anos de idade ainda está muito motivada para os poucos meses, que lhe restam para o final da sua carreira, até deixar o pelotão internacional, venceu no Omloop Het Nieuwsblad, e agora mais uma edição da Flèche Wallonne.

Após o términus da clássica belga, Anna Van dizia, “É de fato muito estranho, estar aqui sentada em cima da bicicleta pela última vez nesta corrida, foram sete vitórias seguidas.

No próximo ano já não vou incomodar as minhas mais diretas adversárias.

A partir de agora vai depender de outras ciclistas, fico muito feliz em ter conseguido terminar assim, foi incrível”.

Flèche Wallonne
Pódio da prova

Uma carreira desportiva de sucesso

Com uma carreira de 11 anos, a holandesa venceu as maiores provas do calendário, onde se incluíram:

duas corridas do campeonato do mundo;
uma prova de tempo do campeonato mundial;
ainda os jogos olímpicos;
e o Giro de Itália,

Porem consegue encerrar a sua carreira desportiva com um recorde notável com a vitória da edição 2021 da Flèche Wallonne, e continuando a sua corrida no icónico Muro de Huy, que iniciou em 2015, foram sete vitórias consecutivas.

Anna Van confessou que “não foi uma tarefa assim tão fácil, já que a sua equipa foi forçada a correr logo no início da prova, a fim de preparar o sprint para a subida final para a linha de chegada.

Salientou também que “o ritmo foi muito alto nas subidas, e com alguns erros táticos ao longo da corrida, a equipa conseguiu corrigir, e tivemos o resultado positivo no final.

Acrescentando “Era necessário correr, apesar de não termos controle durante a corrida, havia muita pressão em cima de mim, já que as outras corredoras trabalhavam muito, eu dei então tudo no Muro de Huy.

Foi uma batalha com Kasia da Niewiadoma, ela estava muito forte, mas eu consegui vencê-la, no final fiquei realmente feliz, já que sentia que poderia conseguir ganhar, e dedicar esta vitória à equipa.

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