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Frederico Figueiredo ganha etapa e amarela

Frederico Figueiredo (Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel) conquistou ontem o 43.º Grande Prémio Internacional de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho.

O ciclista Frederico Figueiredo impôs-se na segunda etapa, 145,2 quilómetros, entre o Turcifal e o Parque Eólico da Carvoeira.

O Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel preparou na perfeição o assalto à camisola amarela.

Frederico Figueiredo
Equipa de Frederico Figueiredo sempre a atacar

Durante grande parte da viagem, colocou na fuga César Martingil, que iniciou a etapa a menos de um minuto do comando da geral.

Anulada a fuga, atacou Alejandro Marque, no início da subida para a meta.

Este endurecimento da corrida deixou os rivais mais descapitalizados para responderem ao ataque final de Frederico Figueiredo.

O ciclista destacou-se no quilómetro final, juntamente com Luís Gomes (Kelly/Simoldes/UDO) e o camisola amarela, Luís Mendonça (Efapel).

O primeiro da geral foi ao choque, mas não aguentou o ritmo.

Empatados em tempo no início da jornada, seria a ponta final da etapa a decidir o vencedor da competição.

Frederico Figueiredo levou a melhor, cortando a meta com 1 segundo de vantagem sobre Luís Gomes e 13 segundos à melhor sobre Luís Mendonça.

O resultado na etapa traduziu-se numa geral final modificada.

Frederico Figueiredo
Frederico Figueiredo corta a meta

Frederico Figueiredo conquistou a edição de 2020 do Troféu Joaquim Agostinho

Luís Gomes ficou a 5 segundos e Luís Mendonça fechou o pódio, a 8 segundos de Frederico Figueiredo.

Frederico Figueiredo era um homem feliz, após um desfecho de corrida especial.

Ergueu pela primeira vez os braços como ciclista profissional. “É uma vitória que já esperava há muito tempo, a minha primeira como ciclista profissional, ainda por cima numa corrida em que já estive muitas vezes na discussão.

Estou extremamente feliz.

É um triunfo para desfrutar e para dedicar ao meu filho, que vai nascer em novembro.

Só pensei nisso na reta da meta”, conta o vencedor da corrida.

O ciclista da equipa de Tavira explica a importância do labor coletivo para o resultado final. “Trabalhámos para trazer a corrida sempre num ritmo elevado, de modo a que os adversários chegassem ‘justos’ à parte final.

Isso aconteceu e eu tive a felicidade de não ter um azar como aqueles que me têm afetado”, congratula-se Frederico Figueiredo.

O coletivo da W52-FC Porto, que se antevia como protagonista, por iniciar a tirada com dois homens nos três primeiros da geral, não conseguiu imiscuir-se na discussão da corrida.

Uma queda de João Rodrigues, da qual resultaram apenas escoriações, deitou por terra os planos portistas.

Luís Mendonça ganhou a classificação por pontos.
Pablo Guerrero (Burgos-BH) foi o rei dos trepadores.
Miguel Salgueiro (LA Alumínios-LA Sport) ganhou metas volantes.
Gonçalo Carvalho, da Rádio Popular-Boavista, cotou-se como o melhor jovem.

Miguel Salgueiro

Os boavisteiros triunfaram por equipas.

Texto / foto: União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo

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