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João Carvalho o melhor português na prova de fundo

João Carvalho, 55.º classificado, foi hoje o melhor português na prova de fundo para juniores do Mundial de estrada, em Harrogate, Inglaterra. André Domingues foi um dos 48 desistentes.

André Domingues e João Carvalho

Campeonato do Mundo de Estrada – Prova de fundo

A corrida de 148,1 quilómetros, entre Richmond e Harrogate, foi marcada pela chuva e pelo frio, endurecendo ainda mais uma prova já marcada por um terreno rompe-pernas.

Os corredores portugueses não conseguiram aguentar o ritmo intenso dos mais fortes, descolando na segunda subida longa antes da entrada no circuito final, quando faltavam cerca de 60 quilómetros para a meta.

André Domingues, acometido por dores abdominais, acabaria por abandonar. João Carvalho sofreu para chegar ao final, revelando ter sido a corrida mais dura em que participou, dado que desenvolveu durante muito tempo uma potência pouco habitual na categoria júnior e, ainda assim, não lhe foi possível manter-se no grupo da frente.

João Carvalho 55.º no Mundial júnior

João Carvalho foi o 55.º a cortar a meta, a 16m49s do estadunidense Quinn Simmons, que se impôs em solitário, ao cabo de 3h38m04s de uma corrida disputada à média de 40,479 km/h. O vencedor foi acompanhado no pódio pelo italiano Alessio Martinelli, que gastou mais 56 segundos, e pelo compatriota Magnus Sheffield, que ficou a 1m33s.

João Carvalho
João Carvalho

Corredores de elite já chegaram

Nelson Oliveira, em Yorkshire desde o início da semana, devido à participação no contrarrelógio individual, teve hoje a companhia dos restantes corredores que, no domingo, vão disputar a prova de fundo para elite.

A Equipa Portugal vai alinhar com José Gonçalves, Nelson Oliveira, Ruben Guerreiro, Rui Oliveira e Rui Costa. Domingos Gonçalves é “baixa” de última hora. O corredor minhoto informou, anteontem ao final do dia, o selecionador nacional, José Poeira, de que não poderia estar presente, “por motivos pessoais”.

É evidente que antes do atleta, está a pessoa, mas os compromissos com a Seleção também são importantes. A seguir ao Mundial avaliaremos a situação, de modo a perceber se deverá ter alguma repercussão futura”, afirma José Poeira.

Texto: União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo

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