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Queda tira top 10 a Telmo Pinão no Mundial

O português Telmo Pinão esteve perto de concretizar o objetivo de terminar a prova de fundo do Campeonato Mundial de Paraciclismo nos dez primeiros, mas uma queda, nos cem metros finais, atirou-o para fora do top 10 e provocou-lhe uma fratura de clavícula.

Telmo Pinão
Telmo Pinão

Telmo Pinão sofreu uma queda nos cem metros finais

A corrida de 66,6 quilómetros para a classe C2, disputada em Emmen, Holanda, correu de feição até à fase final. Telmo Pinão manteve-se no grupo que discutia a sexta posição, mas foi vítima de uma queda coletiva, a cem metros do risco. Ainda conseguiu cortar a meta, na 11.ª posição, mas teve de ser transportado ao hospital em seguida, em virtude de uma fratura na clavícula direita.

As medalhas foram distribuídas por três corredores que se adiantaram aos demais. Impôs-se o francês Alexandre Leaute, que deixou o russo Arslan Glimutunov no segundo posto e o belga Ewoud Vromant no terceiro lugar. Telmo Pinão gastou mais 4m24s do que o vencedor.

Bernardo Vieira
Bernardo Vieira

Bernardo Vieira correu na classe C1

Bernardo Vieira correu na classe C1, também ao longo de 66,6 quilómetros, terminando no 13.º lugar, a 12m20s do vencedor, o espanhol Ricardo Tem Argiles. O segundo, a 14 segundos, foi o alemão Pierre Senska, e o terceiro, a 27, foi o estadunidense Aaron Keith.

Luís Costa e Flávio Pacheco do Sporting Clube de Portugal – foto de arquivo

Flávio Pacheco e Luís Costa

Flávio Pacheco e Luís Costa encerram, neste domingo, a participação portuguesa no Campeonato do Mundo. Às 10h15, Flávio Pacheco inicia os 51,8 quilómetros da prova de fundo para H4. Seis horas mais tarde, Luís Costa parte para os 66,6 quilómetros da prova de fundo para H5.

Luís Costa a sua primeira participação neste mundial publicou na sua página “Primeiro objetivo conseguido! Tive que dar mesmo tudo, com uma média final de watts que já não fazia desde Abril de 2018! Um 9.º lugar no contrarrelógio pode não vos parecer motivo para celebrar, mas tem muita importância pra mim, pois significa assegurar a permanência no Projeto de Preparação Paralímpica Tóquio 2020 e a respectiva bolsa de atleta de alto rendimento, essencial para quem não tem clube e com poucos apoios privados. Agora é recuperar e no Domingo à tarde vou tentar fazer ainda melhor!” 

E Flávio Pacheco “14* classificado,não dava para mais,dei tudo o que tinha,domingo temos a prova em linha de 66,6kms…

Texto / foto: União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo

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