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Trilhos Luso Bussaco ’19” Trail e BTT

Em plena zona centro de Portugal nas proximidades de Coimbra, mais propriamente no Luso, vila situada a paredes meias com a Mata Nacional do Bussaco, local que apresenta excelentes condições para a prática do BTT, foi organizada pela Associação Trilhos Luso Bussaco na manhã de 3 de fevereiro a Maratona BTT e uma Caminhada / Trail ” Trilhos Luso Bussaco ’19 “.

Esta mesma organização que a 19 de maio irá premiar os amantes de corrida com Trilhos Luso Bussaco ’19, mas em Trail, mais informação.

Foto: João Kabazuk

Trilhos Luso Bussaco ’19”

Cedo deu para se ter a ideia que seria uma manhã onde o sol iria raiar num céu azul a contrastar com os últimos dias escuros, mas ao mesmo tempo os termómetros iriam apresentar temperaturas muito baixas, a exemplo que às 8h30 apresentava -2ºC, sendo que durante toda a prova iriam oscilar entre os 0ºC e os 3ºC o que desde logo seria uma das dificuldades a ultrapassar por todos.

Toda a logística da prova estava instalada na praça central do Luso assim como a zona de partida, sendo que esta seria ordenada por boxs por ordem de numeração de frontal, verificada com o controlo zero nesses mesmos locais.

A pacata e bonita vila do Luso desde cedo “ganhou” nova vida com o colorido dos equipamentos de todos os atletas que se propuseram a participar no evento, sendo que após o “tiro” de partida do BTT teriam pela frente cerca de 50km com um acumulado positivo de 1600 metros, sendo que entre todos pairava no ar a incerteza das condições que os trilhos apresentariam, tal o temporal dos últimos dias.

Foto: João Kabazuk

Uma caminhada / Trail juntamente com o BTT

A caminhada / Trail apresentava uma distância de 10km.

Dada a partida cerca das 9h30 tal como programado, os atletas seguiram a viatura da GNR até à entrada dos trilhos sendo que esta foi de imediato “afunilada” o que obrigou a que se desse uma súbita descida da velocidade para que nenhum azar ocorresse.

Foi um sobe e desce constante por single tracks e estradões característicos da zona, assim como zonas de muita pedra solta, o que levava a que os mais fortes fisicamente e tecnicamente aproveitassem para desde logo ganhar vantagem e distância para os restantes atletas.

Muitas foram as zonas com piso completamente enlameado, coberto de água o que por vezes tornava deveras perigosa a circulação, mas os atletas quando se inscrevem nestas provas com cariz lúdico competitivo já sabem que é isso que pela frente pode surgir e cada qual deve adaptar a sua condução ao terreno.

Foto: João Kabazuk

As marcações por fitas devidamente efetuadas, com o senão das setas de mudança de direção não se encontrarem colocadas a anteceder as viragens, assim como o seu pequeno tamanho não ser o correto para o tipo de mudanças de direção em zonas perigosas e rápidas, a melhorar.

Abastecimentos “qb” colocados em zonas estratégicas e adequadas à distância da prova.

Alguns aspectos a melhorar pela organização

Nos cruzamentos de estradas a ter em atenção que nunca foi visível policiamento, assim como em alguns locais não se encontrava elemento da organização e quando estavam, a sua atenção não era a melhor… a melhorar igualmente.

Foto: João Kabazuk

A meta da prova estava montada no Centro de estágios do Luso, sendo que a entrega dos prémios e os banhos seriam no Pavilhão Multiusos a cerca de 2,5km deste local, sendo que foi alvo de apontamento dos atletas a falta de água quente para banhos, tendo sido notório que tal falha nada teve de responsabilidade da organização da prova, mas foi esta que deu a cara.

Em termos gerais uma maratona que apresentou um percurso engraçado e com dureza “qb“, ficando na ideia que caso estivesse um dia chuvoso, o percurso estaria intransitável, tal a quantidade de agua que existiria assim como a lama que se formaria… mas não foi o caso e assim passámos uma manha de inverno com ar primaveril, mas fria… mas não se pode ter tudo.

Em termos de participantes, este evento teve na caminhada/trail 145 atletas e no BTT 292 participantes.

Foto: João Kabazuk

Quanto a classificações.

Os vencedores desta edição foram

Dinis Rodrigues – Viseu 21 BTT 1 Rumo – 02h09m33s venceu, Carlos Ramos – ACCMBTeam – 02h12m02s e Paulo Santos – Olivtec / Goden Project / Altamontra – 02h15m28s completaram o pódio masculino.

Em femininos a vencedora Maaris Meier a correr como individual, necessitou de 02h45m42s para percorrer a distância, Ana Mota também individual obteve o segundo lugar com 03h33m06s e o terceiro lugar foi conquistado por Liliana Almeida – Trepanelas / Prifer – 03h35m19s.

Trilhos Luso
Maaris Meier vencedora do evento – Foto: Rita Hipólito

Boa representação de Ricardo Saraiva

Ricardo Saraiva colaborador de OPraticante.pt esteve no evento em representação deste projecto e da Biemme Ibérica terminando a prova em 22º lugar da geral / 9º lugar Master 30 com 02h38m37s.

Evento no facebook.

Facebook da organização.

Organização sitio oficial.

Texto: Ricardo Saraiva
Fotos: João Kabazuk / Rita Hipólito

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