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Mundial de paraciclismo, Luís Costa na prova de fundo

Luís Costa fechou ontem a participação portuguesa no Mundial de Paraciclismo, em Emmen, Holanda, com a 11.ª posição na prova de fundo para a classe H5.

Mundial de Paraciclismo

Os 66,6 quilómetros do Mundial de Paraciclismo permitiram que se destacassem oito corredores, que discutiram o título mundial. O mais forte foi um homem da casa, Tim de Vries, que relegou o o italiano Alessandro Zanardi para o segundo lugar e chinês Qiangli Liu para o terceiro posto. Luís Costa chegou num segundo grupo, na 11.ª posição, a 3m06s do vencedor.

E após a prova publicu na sua página “Fiz 11.º lugar esta tarde na prova em linha no Campeonato do Mundo de Paraciclismo de Estrada. Faltaram-me as forças para cumprir o objetivo, que era o Top 10, mas sabia de antemão que ia ser muito difícil. Se não tivesse alcançado o 9.º lugar no contrarrelógio na 6.ª feira passada, estaria agora fora do Projeto de Preparação Tóquio 2020. É esta a pressão a que estamos sujeitos a este nível e quase ninguém se apercebe disso, por isso por favor parem de me dizer que participar e/ou terminar já é uma vitória, porque se for fora do Top 10 é igual a ZERO…Muito obrigado a todos pela força que me dão!

Flávio Pacheco “Não correu como esperava”

Na corrida de classe H4, disputada ao longo de 66,6 quilómetros, Flávio Pacheco foi o 15.º classificado entre 20 participantes. O corredor português ficou a uma volta do vencedor, o holandês Jetze Plat, que juntou o título mundial de fundo ao de contrarrelógio. O pódio completou-se com dois paraciclistas oriundos dos Estados Unidos da América, Thomas Davis e Travis Gaertner, ambos com o mesmo tempo do vencedor.

Prova em linha ,que de todo não correu como esperava,sabia do trabalho que tinha feito durante a época exclusivamente para estes campeonatos do mundo,hoje por azar resenti-me de dores no ombro que por sua forma eram muito dolorosas e ainda para ajudar senti-me mal durante a prova com má disposição e vómitos,mas como um guerreiro nunca desiste lutei até ao fim e terminei em 15 lugar,agora chega um período de descanso e preparação para 2020 estar a grande nível e lugar pelo “meu” lugar o top 10,segue-se um período de descanso de alguns dias e de seguida voltar a estrada para corrigir as coisas menos boas como principalmente a técnica em curva…desde já agradeço a todos” foram as suas palavras após a prova

Flávio Pacheco

Luís Costa garantiu integração no projeto paralímpico Tóquio’2020.

Luís Costa completou o traçado de 20,8 quilómetros em 31’28’’59, o que lhe valeu um lugar na primeira metade da tabela, inserido nos dez primeiros, reforçando o estatuto de atleta integrado no projeto paralímpico Tóquio’2020.

Telmo Pinão esteve prestes a conseguir o mesmo na corrida de fundo de classe C2, mas caiu na reta da meta, quando sprintava pelo sexto posto. As quedas de sábado entupiram a estrada com carros de apoio, impedindo Bernardo Vieira de chegar aos dez mais em C1. Flávio Pacheco está em processo de evolução, devendo ainda adaptar-se à competição internacional e melhorar a técnica de corrida“, considera o selecionador nacional, José Marques.

Texto: União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo

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