Um bonito pelotão pedalou pela zona balnear da Costa da Caparica

Realizou-se o 4º Grande Passeio de Cicloturismo do CCL-Clube de Campismo de Lisboa na Costa da Caparica, evento que fazia parte do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), tinha uma extensão de 60 quilómetros, e foi percorrido pelo concelho de Almada e concelhos vizinhos.

Com a concentração a ocorrer pelas 8 horas no Parque de Campismo do CCL, a partida dos cerca de 200 participantes foi dada pelas 9 horas, com o pelotão a percorrer as ruas mais típicas da Costa da Caparica, seguindo em direção da Fonte da Telha, Belverde, Foros de Amora, Fernão Ferro, Coina, Paio Pires, Seixal, Amora, Cruz de Pau, Vale de Milhaços, Lazarim, Trafaria, e a chegada á Costa da Caparica ao Parque do CCL a ocorrer pelas 12,30

Um olhar pelo evento

Foi o 4º passeio do CCL, um evento muito positivo, com um trajecto de dificuldade média, com alguns topos que marcaram mais o passeio, mas superadas pelos participantes, com um trajeto propício a boas pedaladas, as mesmas assim aconteceram, com a equipa da casa a manter o andamento, conseguindo manter o pelotão praticamente sempre junto.

Rui Rodrigues, responsável pelo evento no final do passeio referiu: “O evento correu bem, foi positivo, felizmente não tivemos acidentes, isso é sempre o mais importante, as pessoas conviveram, divertiram-se, isso era o objectivo, e penso que foi conseguido. Sobre o número de participantes gostávamos de ter mais, mas existem muitas dificuldades, os apoios são menos, os eventos também começam a diminuir, e seria importante que as entidades oficiais olhassem para o cicloturismo com outros olhos, não olhem como competição, mas sim como algo salutar, como uma forma saudável de praticar desporto, as pessoas merecem”.

Sobre a modalidade Rui Rodrigues dizia; “Atualmente não está nos melhores dias, as pessoas tem medo de andar na estrada, algumas optam pelo btt que é mais seguro em relação aos automóveis, porem também as dificuldades, os apoios são menores, o que dificulta mais a modalidade, se existirem mais apoios a modalidade subia, mas penso que é um momento transitório que será ultrapassado”. Como mensagem final deixava: “Façam desporto, andem de bicicleta”.

Foto: José Morais

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